Fernando Zara

Tudo sobre o mundo vertical!

Festival Zoom Bike Park

O Festival Zoom Bike Park é o evento de lançamento deste novo atrativo e é aberto a imprensa e limitado ao público com apenas 60 vagas

Visando a apresentação dos 8 km de trilhas abertas com pontes, rampas e paredes em curvas além de dezenas de km de estradinhas de terra em uma única propriedade. O Festival será um dia divertido para pedalar e estar com a família e amigos, devido ao formato do evento e a infra estrutura que o Ecoparque Pesca na Montanha oferece.

Vamos fazer uma competição divertida nas pitas, onde cada trilha terá uma pontuação e no final o ciclista que fizer mais pontos ganha! Para isto os participantes pode fazer cada uma das trilhas quantas vezes quiser, ou aguentar, em um prazo de 2 horas de duração.

Logo após teremos uma delicioso almoço com bufet completo no Restaurante Pesca na Montanha!

As vagas abertas ao público estão limitadas a 60 para este evento de lançamento, por isto corra agora mesmo na nossa FanPage do Facebook, curta nossa página para ganhar um descontos de até 30% e faça a sua reserva no evento na nossa loja virtual dentro do Facebook, a Zoom Shop

 

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ARTIGO POR: Fernando Zara EM maio - 11 - 2012 Notícias

 

Programa com a Outward Bound e o colégio St.Pauls.

Programa com a Outward Bound e o colégio St.Pauls - foto Marcio Prado

 

Scout para um programa da Outward Bound com o colégio St. Pauls pela trilha dos “Sete Degraus” antiga “Trilha do Café” que liga Cunha a Parati.

A 12Km de Paraty e a 15km de Cunha, a Pedra da Macela atinge uma altitude de 1.850m e oferece vista panorâmica da Baía da Ilha Grande, com Angra dos Reis, Paraty e Cunha. Acesso pela RJ-165 (Paraty-Cunha) ou pela SP-171 (Cunha-Paraty) o acesso está sinalizado. A partir daí são 4 km de estrada cascalhada até a porteira da antena de Furnas. Deixe o carro estacionado na porteira e siga a pé mais 2 km. A caminhada se dá em estrada asfaltada, bem íngreme, com duração de 40 minutos a 1 hora.

 

Mapa Cunha x Paraty

 

A “Trilha do Café” tem inicio numa tronqueira uns 150 mts antes do portão de Furnas, A trilha, também conhecida como Caminho do Café, inicia na Pedra da Macela (em Cunha) e termina no bairro da Ponte Branca (em Paraty). Apesar de ser somente descida, a trilha é bastante cansativa por ser longa (aproximadamente 7 horas de caminhada, contando com as paradas). Um bom trecho dela segue por uma antiga estrada de pedras feita por escravos utilizada para escoar o café do Vale do Paraíba. A vegetação invadiu parte dessa estrada tornando o caminho ainda mais bonito. Belíssima trilha que passa por cachoeiras, vegetação nativa, sítios históricos e vistas panorâmicas. A trilha bifurca muito e não há no caminho muitas casas ou pessoas que poderiam tirar dúvidas sobre a direção a seguir.
Fonte: http://www.paraty.tur.br/esportesradicais/trekking.php

 

Seu Tinho e Márcio (Mola)

 

Passando pela trilha não deixe de bater um papo com Sr.Tinho, morador local a mais de 40 anos bom de papo, hospeitaleiro elem de fazer um queijinho branco delicioso.

 

 

 

 

 

 

Entrada da trilha

 

Acampamento

 

 

 

 

 

 

 

Entrada da trilha

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ARTIGO POR: Fernando Zara EM outubro - 16 - 2010 Trabalhos & Expedições

Vista do Itaguré para os Marins

A Serra da Mantiqueira (do Tupi, Montanha que chora) é perfeita para travessias de apenas um dia ou mais, fáceis ou difíceis. São vários os roteiros possíveis, que apenas dependem do tempo disponível e do preparo físico do interessado.
Situadas na divisa com Minas Gerais, ambas pertencem a São Paulo: Marins com 2420 m com encostas íngremes esta localizado na região de Piquete (SP) e Itaguaré 2305 m com seus picos pontiagudos na região de Cruzeiro (SP).
A travessia pode ser feita em um dia de caminhada forte (light and fast), mais o ideal são três dias para que se consiga aproveitar toda a beleza que a região oferece.
Existem poucos pontos de água para reabastecimento, um deles é na base dos Marins, mais existem duvidas quanto à qualidade da água, vale à pena levar um peso extra de água e não esqueça o hidrosteril!
O sentido normal para iniciar a caminhada é saindo do morro do careca, em Piquete, a subida da trilha é suave com alguns trechos mais inclinados e sinalizados com pedras (Totens) em boa parte do caminho. Saindo bem cedo é possível subir ao cume dos Marins e retornar ao final do dia.

Se estiver mesmo interessado na travessia existem algumas opções para a primeira noite se estiver indo no sentido Marins – Itaguare:

1 – Na base dos Marins existem bons lugares para barraca, monte, e aproveite pra fazer cume e ver o por do Sol, leve lanterna pra evitar ficar na roubada. No dia seguinte é só seguir a trilha sentido pedra redonda.

2 – Monte acampamento no cume e aproveite a vista, com céu aberto é possível avistar a Pedra Redonda e Pedra da Mina, e durante a noite a vista de nove cidades do Vale do Paraíba é imperdível. Acorde cedo à caminhada do dia seguinte é puxada.

Foto: Fernando Zara

A trilha que segue sentido Pedra Redonda e Itaguaré está repleta de desafios, desde o capim alto a trepa pedras intermináveis, fiquem atentos água somente na base do Itaguaré.
A trilha segue pela crista, com descidas e subidas fortes então fique atento pra não sair varando a mata, uma boa é ir localizando as poucas marcações existentes (Totens) e ficar atento a direção que precisa seguir.
O próximo acampamento é na base do Itaguaré. Local escolhido, barraca montada, não deixe de fazer o cume do Itaguaré e curtir o por do sol.
A descida da trilha ate a estrada é bastante acidentada, muito cuidado! Ah! Não se esqueça de combinar o resgate com alguém no ponto final.

Itaguaré

Eu particularmente prefiro iniciar a travessia pelo Itaguaré, gosto mais do visual que fica o tempo todo a minha frente. Outra possibilidade quando se esta em grupos maiores é a divisão em dois grupos, um grupo inicia pelo Marins e outro pelo Itaguaré, e quando os grupos se cruzarem, o que normalmente acontece na pedra redonda, troque as chaves dos carros, assim o grupo que começou pelos Marins usa o carro pra retornar de quem começou pelo Itaguaré.
A melhor época pra fazer a travessia é entre os meses de Abril e Agosto, sendo Junho e Julho os mais frios.

Seguem algumas sugestões de materiais e alimentos.

01 – Mochila 65 l. (no mínimo).
01 – Mochila de 20 l pra deixar uma roupa extra no carro para o retorno.
01 – Barraca, se a barraca não for sua é indicado que você se familiarize com a montagem antes de ir para campo aproveitando pra verificar o estado geral de todas as partes (sobre teto, corpo da barraca, varetas e specks).
01 – Isolante térmico, de preferência aos de células fechadas, os infláveis não são indicados para uso em baixas temperaturas. Se preferir leve um inflável com dimensões menores para ser usado em baixo de um de célula fechada, aumentando seu conforto.
01 – Saco de dormir para temperaturas mais baixas, fique atento ao peso e volume, ele não pode ser o responsável por ocupar todo espaço de sua mochila.
01 – Fogareiro (fósforo, combustível, espiriteira não é indicada).
01 – Kit de panelas com 02 panelas pequenas, 01 panela grande e 01 frigideira (talheres, canivete, abridor de lata, prato, caneca, tabua para corte, utensilhos de cozinha, etc).
01 – Bastão de caminhada (opcional).
03 – Lanternas de cabeça com pilhas novas.
01 – Garrafa térmica. (pequena opcional).
01 – hidrosteril (purificador de água).
01 – Protetor solar.
01 – Óculos de sol.
01 – Boné/chapéu.
01 – Kit de primeiros socorros.

Vestuário

Leve em conta a época do ano antes de escolher suas roupas, Junho e Julho são os meses mais frios.
Pense em levar um kit de roupas exclusivamente para dormir, levanto em conta a capacidade de seu saco de dormir e o tipo de isolante.
Uma forma bastante eficiente de pensar em quais roupas levar é analisar as funções que cada peça vai exercer dentro da composição.

• Roupas de nível base (base layer), roupas que ficam em contato direto com a pele, de preferência a tecidos sintéticos que ajudam a evaporar o suor durante a caminhada, evite roupas de algodão.

• Roupas de segundo nível (second layer), roupas que atuam no isolamento térmico (Fleece).

• Roupas para o isolamento e confinamento (Shell), ideal que seja leve, impermeável e transpirável, podem ser usada como abrigo da chuva e que funcionam como nível de confinamento em condições mais frias, porém não extremas.

• Não se esqueça dos extremos (cabeça, mãos e pés), a perda de calor é grande por essas partes do corpo.

Alimentos.

Antes de pensar o que levar de comida, defina quantos cafés da manhã, quantos lanches de trilha e jantares ira realizar durante sua travessia, ai depois, comece a pensar no que levar e as quantidades.
Fuja do “MIOJO”, com um pouco de imaginação é possível realizar verdadeiras obras de arte durante as refeições de campo, na internet você encontra receitas interessantes e praticas.

Algumas dicas:

Café da manhã
- Sucrilhos, granola, pães, geléias, manteiga, achocolatado, queijos, bolachas, leite em pó, farinha de trigo, etc.

- Fermento “químico” gosta de água fria e sossego, ideal para panquecas.
- Fermento “biológico” gosta de água morna e agito, e precisa de um pouquinho de sal e açúcar para acordar, ideal para pães e pizza.

Panqueca doce para 03 pessoas.

Ingredientes: um terço do pacote de farinha de trigo, quatro colheres de sopa de leite em pó, uma colher de sopa de fermento químico, uma colher de sopa de manteiga, água e meia colher de sopa de baunilha.

Recheio: mel, frutas, canela, queijo, etc.

Preparo: misture todos os ingredientes na panela e misture água aos poucos. Derreta manteiga na frigideira e coloque o equivalente a uma concha pra fritar, vá checando com a espátula e quando a massa estiver dourada, vire-a para assar do outro lado.

Lanche de trilha.
Pão sírio, salame, frutas secas (mix), suco tipo tang., bolacha, banana passa, atum, trigo para tabule, tomate, cebola, etc.

Jantar.
Macarrão, arroz, purê de batata, calabresa, cebola, azeite, lentilhas, kit tempero, etc.

O momento da cozinha é ideal para aquela confraternização entre os participantes da expedição, e senta que la vem historia…

Em longas caminhadas procure se alimentar de maneira adequada levando alimentos que consigam repor sua energia, garantindo a boa recuperação do organismo após um dia de caminhada.

NDR – Não Deixe Rastro

Uma das preocupações que todo praticante de atividades ao ar livre em áreas remotas deve ter é com relação aos restos dos alimentos produzidos, embalagens e principalmente com relação a suas necessidades.

Na hora das refeições (principalmente do jantar) muitas vezes produzimos mais do que necessitamos para nos alimentar e o resultado são panelas repletas de alimentos ou mesmo sobras de cascas que foram utilizadas na preparação, não jogue a sobra no ambiente o ideal é ter em mãos um recipiente (pode de Tody) para armazenas os restos assim no retorno você consegue dar um destino adequado as sobras produzidas.

Faça suas necessidades uns 50m no mínimo de cursos de água e trilhas em caso do numero dois faça um buraco com uns 15 cm de profundidade e enterre, “NUNCA” enterre o papel caso use, traga-o de volta, parece estranho mais importantíssima essa pratica, agora se lembre ter um recipiente para armazenar de forma adequada esse papel.

Dicas de mínimo impacto http://www.pegaleve.org.br

1 – Planeje sua viagem.
2 – Você é o responsável pela sua segurança.
3 – Cuide das trilhas e dos locais de acampamentos.
4 – Traga seu lixo de volta.
5 – Deixe cada coisa em seu lugar.
6 – Evite fazer fogueiras.
7 – Respeite os animais e as plantas.
8 – Seja cortes com outros visitantes e com a população local.

Aproveite sua caminhada…

Veja Também:

O Calçado certo para Prática Esportiva

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ARTIGO POR: Fernando Zara EM setembro - 7 - 2010 Trabalhos & Expedições

Participantes da temporada de Julho de 2010

Entre os dias 05 e 14 de Julho, nove adolescentes e dois instrutores passaram por mais uma experiência interessante junto a mãe natureza, onde o desafio não foi somente se manter quente nas noites frias ou encontrar um bom local pra pernoitar, existia também o da comunicação, do trabalho em grupo, da tomada de decisão entre tantas outras que ajudaram a todos a se perceberem e perceber o seu potencial e que muito depende somente de nos mesmos e das escolhas que fazemos dentro e fora do curso.

 

Orquidea

Descanso

Café da Manhã

 

 

 

 

 

 

Cada curso Outward Bound desenvolve capacidades mentais, corporais e espirituais através de um processo no qual os padrões de desenvolvimento de carater são determinados pessoalmente. Os cursos devem desenvolver os valores solidariedade, serviço, responsabilidade social/ambiental, aventura e desafio em um meio ambiente criado intencionalmente para apoiar resultados educacionais específicos.

Missão Outward Bound

“Ajudar as pessoas a descobrir e desenvolver
o seu potencial para cuidar de si próprias, de outros e do mundo à sua volta, através de experiências desafiadoras, em ambientes diferenciados. “

Maiores informações: www.obb.org.br

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ARTIGO POR: Fernando Zara EM julho - 21 - 2010 Trabalhos & Expedições

“A corrida é um esporte democrático e fácil de praticar, já que o atleta só necessita de um par de tênis e de boa vontade”. Certo, você já deve ter ouvido esta frase, mas será que escolher o calçado ideal é tão simples quanto parece? A cada dia, grandes marcas esportivas lançam novos modelos, com cada vez mais especificidades e diferenciais, que prometem melhorar seu desempenho.

O mais importante na hora de fechar a compra de um tênis, porém, não é a marca, o preço, nem o design, mas adequar o modelo certo para suas características de corredor, como pisada, quilometragem, tipo de treino e tipo de terreno, com as características pessoais, de peso, altura.

“Nosso movimento é como uma corrente, cheia de elos. Até mesmo uma pequena bolha já muda a maneira de caminhar, e, com isso, aparece dor no joelho, na coluna. Por instinto, o corpo poupa o local problemático do pé e muda toda a dinâmica do andar”, explica Miguel Achylles Nucci, mestre em biomecânica pela Universidade Estadual de Santa Catarina.

Como escolher seu tênis.
Um tênis bonito, moderno e caro. Perfeito para calçar e correr, não? Errado. A escolha do tênis certo vai muito além e, muitas vezes, nem passa por essas variáveis.

O primeiro mito é do preço. Nem sempre os mais caros oferecem mais amortecimento e, muitas vezes, um tênis mais em conta dá (e bem) conta do recado.

Outro pensamento errôneo é sobre os tênis novos. “O calçado apresenta os melhores resultados após certo período de uso”, explica o educador físico Roberto Bianco, em seu estudo de mestrado na Escola de Educação Física e Esporte da USP.

Uma das recomendações dos especialistas sobre a vida útil, que não deve ultrapassar 600 km. Para os tênis de competição, a sugestão é de 300 km. Porém, essa margem ainda garante um fôlego extra, segundo estudos de Bianco. Não convém, entretanto, ultrapassar muito essa recomendação.
Nucci tem outra observação. “Quem quer um tênis para maratonas tem de ver, além do amortecimento, uma palmilha especial e cabedal feitos para dissipar ou absorver o suor, senão o pé fica encharcado, causando bolhas, pontua:

: O tênis não pode apertar o pé. O ideal é que sobre até um dedo entre o cabedal e a ponta dos dedos.
: Quem está acima do peso tem de pensar em amortecimento.

: Lavar os tênis pode reduzir a vida útil.

: Importância também as meias, o cano mais alto em relação ao tênis evita bolhas por atrito na parte de trás, e muito cuidado na escolha do material de fabricação das meias.

Os tipos de pisada
Para escolher o tênis certo, um passo importante é saber o formato do seu pé e seu tipo de pisada. São três os “tipos” de pé: o de arco alto, o de arco normal e o de arco baixo. Veja a figura abaixo:

Além do formato do pé, a forma como ele atinge o chão também influencia na escolha do tênis. O fisioterapeuta Reginaldo Fukuchi, membro do laboratório de Movimento do Instituto Vita e do Laboratório de Biofísica da USP, explica quais são os três tipos de pisada existentes e suas principais características:

Tipo de pisada

Pronadora: “A pronação vai haver em todo corredor, a diferença é que quem é pronador faz isso excessivamente”.

Na pisada pronada, o corredor apóia o lado de fora do calcanhar no chão e move o pé para dentro, passando pelo dedão e terminando no dedinho.

Supinada: “Assim como na pronada, na pisada supinada também acontece pronação, contudo, em um grau bem inferior. Neste tipo de pisada, há uma sobrecarga na parte de fora do pé do corredor “

Aqui, acontece o inverso da pronação. O atleta começa o movimento de pisada com a parte de fora do calcanhar, mas faz um movimento de apoio da parte externa do pé, até o dedinho.

Neutra: “É o tipo de pisada com maior equilíbrio. Nela, há uma pronação mínima, de 8 a 15 graus. “O movimento com o calcanhar não sofre nenhuma alteração para os lados do pé”.

Neste tipo de pisada, há um movimento invariável desde o calcanhar até a ponta do pé, e forma uma pegada reta e constante.

Conheça seu tênis.
Agora que você já conhece mais sobre a parte fisiológica da passada é hora de entender mais sobre seu tênis. Cada parte do calçado tem sua importância, veja na figura abaixo a função de cada uma delas.


1 – Cabedal: é o corpo do calçado.

2 – Palmilha: é responsável pela postura correta do pé dentro do calçado.

3 – Entressola: é a camada entre o cabedal e o solado.

4 – Sola externa: é fabricada com diversas camadas, para agir conforme as necessidades de cada parte do pé. A sola do tênis divide-se da mesma maneira que a pisada.

A – Calcâneo: Responsável pela estabilidade, amortecimento e impulsão

B – Médio-pé: Feito em material duro e resistente, forma uma “armadura” para dar estabilidade

C – Antepé: tem o “bico” levantado para facilitar o movimento da passada, que dobra naturalmente a parte da frente do tênis

D – Contenção do calcanhar.

Tecnologia utilizada pelas marcas na construção dos varios modelos de tênis.

- 3 Action
Inspirada nos movimentos dos animais são compostos por pilares elásticos que se comprimem, ao mesmo tempo, ao tocar o solo, absorvendo o choque e diminuindo o impacto. A placa de pilares evita, ainda, os movimentos médios laterais.

- 3D Ultralite
Esta tecnologia substitui a sola e a entressola por uma espuma de alta resistência. A espuma 3D Ultralite é uma mistura de materiais como EVA, borracha e outros componentes, permitindo reduzir o peso do tênis em 10% a 20%.

- Abzorb SBS
Sistema de amortecimento de absorção de impacto em toda a planta do pé e calcanhar. Agrega pequenas bolhas no material para adicionar ar e espaços de amortecimento.

- AdiDRY
Membrana interior utilizada em sapatos de Adventure, que permite uma resistência extra à água.

- AdiPRENE
Maximiza a proteção do calcanhar, além de melhorar a estabilidade, por meio de amortecedores localizados na entressola. O sistema não deforma com o tempo, garantindo maior durabilidade e funcionalidade.

- AdiPRENE Plus
Trata-se de um material elástico colocado abaixo da parte da frente do pé, que diminui o esforço e maximiza a transferência da força.

- AdiTUFF
Material resistente à abrasão, aplicado na parte frontal do calçado, evitando o desgaste do atrito com o chão.

- AdiWEAR
Solado com um elevado grau de abrasão. Este material é mais utilizado em calçados para prática de corrida para prolongar sua vida útil.

- Agile IQ Stability Plate
Sistema que dá suporte ao arco do pé, evitando torções e permitindo movimentos.

- Axeler
Desenvolvida para a corrida, proporciona maior aceleração, estabilidade, e torção gradual da parte frontal do pé. Possibilita 20% a mais de performance. Através de uma estrutura em tech alloy (liga de aço flexível na entressola), o tênis aumenta o poder de propulsão e garante uma performance maior com menos esforço.

- Biomorphic Fit
Nova construção de cabedal que agrega uma maior eficácia no calçado por minimizar a compressão e irritação sofrida nos pés, devido à utilização do Strech e pela técnica de distribuir as tensões do cabedal do pé.

- Cage
Sistema de estabilidade que reduz os riscos de movimentos involuntários (laterais) e proporciona estabilidade a qualquer tipo de pé.

- CCB
É um elemento moldado em TPU para controlar a torsão de acordo com o arco do pé. Permite a respiração graças a três orifícios localizados na zona média do arco plantar e por um material colocado na palmilha.

- Climacool
Lançada em 2002, foi à primeira tecnologia de ventilação em calçados. Cada parte do tênis apresenta materiais “respiráveis”, combinando manutenção da umidade e ventilação.

- Climalite
É a marca da empresa para roupas e calçados com tecidos tecnológicos, que proporciona a rápida evaporação do suor, mantendo seu equilíbrio térmico do atleta.

- Contagrip
A Salomon oferece a tecnologia mais inovadora para lhe fornecer tração e durabilidade para caminhar ou correr. O sucesso do CONTAGRIP é resultado de uma boa combinação de três componentes principais: Densidade, Composto e Geometria otimizando a aderência e durabilidade. A baixa densidade é ideal para a boa aderência durante escaladas ou caminhadas, enquanto a porção de alta densidade proporciona durabilidade.

- DA2
Elastômero elástico na área do calcanhar que absorve choques e vibrações e cria um efeito de dispersão mecânica graças aos cilindros que se movem dentro da entressola. Outro elastômero, posicionado na parte frontal do pé, garante a flexibilidade e distribuição do peso.

- DMX Foam
Proporciona amortecimento e conforto devido à composição química da espuma de poliuretano e ao movimento de ar através dos canais modelados sobre o componente de espuma.

- DMX Shear
É um sistema dinâmico de amortecimento que trabalha para distribuir e diminuir as forças verticais e horizontais do impacto exercido sobre o calcanhar.

- Duo Cell
Sistema que combina durabilidade e estabilidade. As células são feitas com elasticidade para reduzir o impacto no calcanhar.

- Duratech
Assegura a resistência contra o desgaste muito acima da oferecida pela borracha normal. Duratech 2500 é três vezes mais resistente à abrasão do que uma borracha normal. Já a 5000 é seis vezes mais resistente.

- Evergrind
Solado de borracha de carbono de alta abrasão, localizada na parte traseira do tênis.

- GCS: Ground Control System
Amortece impactos verticais e dissipa forças horizontais. Os benefícios incluem mais controle de movimento, segurança, conforto e agilidade. Rotaciona e desliza para todos os lados de forma independente, adaptando-se ao terreno e à pisada.

- GeoFit
Tecnologia de ajuste interno do calçado que melhora o conforto por intermédio da colocação interna de peças de espuma em áreas anatomicamente corretas.

- Gore-Tex XCR
Membrana à prova d água que permite a evaporação do suor produzido pelos pés.

- Hexalite
É um material leve formado por células em forma de colméia que se contraem ao receber o impacto, proporcionando amortecimento ao pé.

- I-Cell
Os componentes interagem entre as solas. A estrutura tem formato hexagonal, proporcionando leveza e estabilidade ao pé

- N-Durance
Composto de goma de alta resistência à abrasão, localizada na altura do calcanhar, para resistir ao desgaste.

- N-ergy
Combina elementos de amortecimento do impacto do calcanhar com elementos de estabilidade no meio e nas laterais. O desenho oferece característica de rebote que se reflete em um andar mais suave.

- N-Lock
Provê a estrutura da parte mais alta do meio do pé e maior proteção.

- Nike Air
Amortecimento e proteção – é uma bolsa de ar composta por gases pressurizados, localizada na entressola do tênis. Absorve os impactos causados durante a prática de atividades esportivas. Oferece proteção ao atleta, sem acrescentar peso ao produto.

- Palmilha Trizonet
Dividida em três zonas, dá suporte ao pé e permite movimentos.

- Parallel Wave
Fabricada em Pebax e fibra de poliéster, em forma de ondas paralelas, a tecnologia Parallel Wave dissipa uniformemente o impacto pela sola, aumentando também a estabilidade. Modelo que utiliza a tecnologia: Wave Pro Runner.

- Personalized Heel Fit (PHF)
Espuma com ajuste personalizado para calcanhar.

- Power Flow
É um novo sistema de ventilação. Projetado para garantir uma maior circulação de ar dentro do calçado durante as mais intensas atividades esportivas.

- PUMP
É acionado automaticamente no calcanhar. Quando o atleta caminha ou corre, a tecnologia é comprimida e infla as câmaras de ar em torno do pé. A pressão é mantida constante por uma válvula de liberação e o ajuste é personalizado.

- Quickstrike
Solado com composição especial, com mistura de borracha e carbono borracha para conferir maior leveza ao calçado.

- Skeleton Wave
Wave em dupla configuração de placas paralelas amortecidas por pilares macios (Sensor Points) que se estendem por toda a entressola. Fabricada em Pebax. Modelo que utiliza a tecnologia: Wave Creation.

- Solado B.S.F.P
Forma como o solado é dividido em regiões para oferecer melhor controle, suporte, flexibilidade e propulsão.

- Space Trusstic System
Reduz o peso do solado e fornece estabilidade torcional. Tem a propriedade de amortecimento devido à formação de uma bolsa localizada na entressola e que permite uma melhor deformação do solado no momento de aterrissagem do pé.

- Speed Tech
Usa a tecnologia carbon Klevar (placa de carbono que oferece elasticidade e resistência e melhora a propulsão) para combinar leveza e performance.

- SpEVA (densidades 45 ou 55)
Material em EVA com formulação molecular especial utilizada na entressola que maximiza o efeito “Bounce Back” (a entressola, que desempenha a função de amortecimento, retorna ao estado original logo após o impacto).

- Stability Web
Dá apoio ao meio do pé e estabilidade na torsão, reduz o peso.

- SuperAction
Sistema de amortecimento (que reduz e absorve o impacto da parte traseira) e propulsão (devolve a energia para a parte dianteira do pé).

- Torsion
O calcanhar e a parte da frente do pé movem-se e giram de forma independente.Colocado na região mediana do calçado, o sistema permite este movimento natural, a fim de reduzir o risco de lesões e proporcionar maior estabilidade e suporte.

- Transition Bridge
É uma placa localizada entre a entressola e a sola do tênis, que garante estabilidade na passada.

- Traxion
Maximiza a tração por meio de travas de design único e distribuídas de acordo com as necessidades de cada esporte. Isto proporciona uma ótima adaptação dos pés pela melhor distribuição da pressão. O resultado: máxima tração e conforto incomparável.

- Ts2 Medial Post (Transition Support System)
Provê apoio do calcanhar à ponta dos dedos.

- Vibram
É um solado flexível e leve, garantindo conforto para os pés. Utilizado em sapatilhas de escalada em rocha a botas para trekking. O desenho das ranhuras aumenta a aderência, a tração e reduz o risco de torções laterais sem perda de conforto. Com o Design Biomecânico, o solado também melhorou a sensibilidade dos pés com o terreno.

- X Wave
Oferece amortecimento em um calçado específico para maratonas. Fabricada em Pebax, a tecnologia é indicada para corredores de pisada neutra que procuram um calçado com ótimo amortecimento e flexibilidade. Modelo que utiliza a tecnologia: Wave Aero.

Veja Também:

Escalada na Pedra do Baú para Visita Virtual em São Bento do Sapucaí

Fonte:

http://o2porminuto.com.br

http://www.vibram.com

http://www.salomon.com

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ARTIGO POR: Fernando Zara EM março - 15 - 2010 Artigos Técnicos
Local do primeiro acampamento

Curso Outward Bound

Curso em formato expedição com adolecentes do Colégio Candido Pereira na região de São Bento do Sapucai-SP.

Acampamento proxima a cachoeira do Toldi

Durante 05 dias a turminha experiênciou uma maneira diferente de viver em sociedade, longe do conforto de casa e de todas as suas comodidades, aprenderam entre outras coisas a preparar a propria comida, a importancia do cuidar da “mãe natureza”, e sempre com o minimo de recursos, uma vida mais simples. Tudo isso como pano de fundo para relembrar valores como: Companherismo, Solidariedade, Coragem, Cooperação, Integridade…

“Ajudar as pessoas a descobrir e desemvolver seu potencial para cuidar de si próprias, dos outros e do mundo a sua volta, através de experiências desafiadoras, em ambientes diferenciados”.

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ARTIGO POR: Fernando Zara EM janeiro - 1 - 2010 Trabalhos & Expedições

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