Fernando Zara

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A importância das meias!

A meia é uma peça de vestuário muito importante para manter os seus pés em boas condições. Um modelo que consiga absorver, distribuir e evaporar a umidade com eficiência, realizar a regulação térmica rapidamente, que anule os pontos de atritos (principalmente quando estiver úmida ou molhada) e, que tenha ação antibiótica superior vai garantir um melhor estado dos seus pés em relação aos modelos que não tenham as mesmas características.

No entanto, existe um grande numeros de pessoas que ainda não despertou para a importância desta peça. Isso é até certo ponto irônico, pois muita gente paga R$ 400,00 ou R$ 500,00 por um par de tênis e economiza nas meias. Mas é ela que faz a interface entre o seu pé e o calçado.

Tecelagem: Um dos segmentos da tecelagem que mais evoluiu nos últimos anos foram os das meias. Notem que quando se fala em “tecelagem” não estamos falando em tecido em si, e sim no processo de fabricação do tecido.

Quando se analisa o pé do ponto de vista esportivo, vemos que existem áreas que executam diferentes funções. A meia pode ajudar nessas funções (assim como o tênis). Por exemplo, o calcanhar e o solado do pé recebem os impactos das passadas, e são as áreas de pressão. Então, uma meia que consiga ajudar no amortecimento previne os problemas como fascite plantar, e que tenha uma superfície interna macia e pouco áspera evita melhor a formação de bolhas. Além do mais, o suor do pé tende a descer para zona de solado pela gravidade. Então idealmente essa parte da meia deve ser feita de um tecido não absorvente e, se possível hidrófobo.

As consequências!

Os dedos produzem mais suor, seguido pelo peito do pé. Então, para mante-los secos e não comprometer o solado, os tecidos desta área devem executar a função não apenas de absorver, mas também de transportar essa umidade para fora do calçado, e não para baixo. Isso pode ser feito com tramas que criam movimentos mecânicos de transporte de umidade.

Por fim, a região da canela deve executar a evaporação dessa umidade, o que pode também ser feita pela gola da meia nos modelos baixinhos. Para isso essas zonas devem ser feitas de material e trama que facilite a absorção e evaporação.

As modernas máquinas de tecelagem permitem a fabricação de meias com esse tipo de zoneamento de funções num processo sem costura, o que é importante para eliminar zonas de atrito.

Fora isso ainda podem criar tecidos que a superfície externa e interna exerçam funções distintas, muitas vezes sendo constituidos até de materiais diferentes.

Nesse nível tecnológico, em termos de materiais, emprega-se nylon, poliéster (Coolmax, Thermax, Thermolite, 4 channel, Hollofil, etc), polipropileno (Olefina), arílico (X20, Orelle, Outlast, etc), elastômero, e eventualmente lã (merino) e/ou seda de alta qualidade. Produtos como algodão e lã comum praticamente não entram mais na composição de meias atléticas de qualidade.

Materiais e Fibras: Apenas como um parâmetro de referência, após um tempo de uso de meias de materiais diferentes, numa mesma situação em que algodão estaria 50% úmido, o nylon comum estaria a 40%, o poliéster Coolmax apenas 20%, e Dri-Release em torno de 12%.

Em alguns casos existem ainda emprego de microfilamentos de prata. A prata é um metal que tem uma ação antibiótica muito forte, e isso evita praticamente por completo o problemas de odor (causado pela proliferação de bactérias). Isso ajuda a manter os pés num ambiente praticamente livre de microorganismos de natureza bacteriana (sendo inclusive super benéfica para os diabéticos ajudando a curar pequenos ferimentos dos pés sem que se infeccionem).

Um outro ponto a considerar é que o material que compõe os diferentes tipos de fibras por si só não define a característica do produto. Muita gente chama as diferentes tecnologias genericamente de fibras (ou tecidos) tecnológicos. A questão é: tecnológico para que objetivo?

Tecnologia dos materiais

O Coolmax e o Thermolite são ambos poliéster “tecnológicos”, que exercem funções completamente opostas. O Coolmax foi criado para otimizar a dissipação do calor, enquanto que o Thermolite otimiza a retenção do calor – um mesmo material com dupla personalidade. Isso se consegue mudando o perfil dos filamentos. O Coolmax é uma fibra achatada com dois canais (que servem de dreno de umidade) em cada face enquanto que o Thermolite é uma fibra cilíndrica oca (o ar preso no seu interior serve de isolante térmico).

Da mesma forma, o acrílico por si só não tem afinidade com umidade (assim como qualquer outra fibra sintética). Mas os micropolos presentes nas fibras do X2O faz com que ela adquira uma capacidade de absorção de umidade por ação capilar, umidade essa “jogada para fora do sistema” por evaporação.

O Outlast é uma outra fibra de acrílico, desenvolvida visando a não formação de zonas de temperaturas extremas (tanto quente quanto frio) nos pés. Por se tratar de uma fibra que tem uma capacidade superior em absorção e distribuição de calor, esfria onde está quente e esquenta onde está frio. Num ambiente quente ele transporta o excesso de calor para fora do calçado.

Equipamento Adequado

Por fim uma surpresa tecnológica para quem acreditava que a tendência irreversível é o desenvolvimento de fibras 100% sintétcas cada vez mais eficientes. O dri-release é uma fibra obtida por uma combinação complexa de microfilamentos sintéticos com naturais. As fibras naturais (hidrófilas) absorvem a umidade enquanto que as sintéticas (hidrófobas) forçam o seu movimento para a superfície externa, onde é evaporada e colocada para fora.

Não importa a fibra ou a tecnologia empregada, a evaporação do suor é o meio mais eficiente de dissipação de calor para evitar o aquecimento excessivo dos pés. Assim sendo uma meia que otimiza a evaporação não apenas mantém os pés mais secos, mas mais frescos também.

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O Calcado Certo para Prática Esportiva

Fonte: Makoto Ishibe.

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ARTIGO POR: Fernando Zara EM novembro - 21 - 2011 Notícias

“A corrida é um esporte democrático e fácil de praticar, já que o atleta só necessita de um par de tênis e de boa vontade”. Certo, você já deve ter ouvido esta frase, mas será que escolher o calçado ideal é tão simples quanto parece? A cada dia, grandes marcas esportivas lançam novos modelos, com cada vez mais especificidades e diferenciais, que prometem melhorar seu desempenho.

O mais importante na hora de fechar a compra de um tênis, porém, não é a marca, o preço, nem o design, mas adequar o modelo certo para suas características de corredor, como pisada, quilometragem, tipo de treino e tipo de terreno, com as características pessoais, de peso, altura.

“Nosso movimento é como uma corrente, cheia de elos. Até mesmo uma pequena bolha já muda a maneira de caminhar, e, com isso, aparece dor no joelho, na coluna. Por instinto, o corpo poupa o local problemático do pé e muda toda a dinâmica do andar”, explica Miguel Achylles Nucci, mestre em biomecânica pela Universidade Estadual de Santa Catarina.

Como escolher seu tênis.
Um tênis bonito, moderno e caro. Perfeito para calçar e correr, não? Errado. A escolha do tênis certo vai muito além e, muitas vezes, nem passa por essas variáveis.

O primeiro mito é do preço. Nem sempre os mais caros oferecem mais amortecimento e, muitas vezes, um tênis mais em conta dá (e bem) conta do recado.

Outro pensamento errôneo é sobre os tênis novos. “O calçado apresenta os melhores resultados após certo período de uso”, explica o educador físico Roberto Bianco, em seu estudo de mestrado na Escola de Educação Física e Esporte da USP.

Uma das recomendações dos especialistas sobre a vida útil, que não deve ultrapassar 600 km. Para os tênis de competição, a sugestão é de 300 km. Porém, essa margem ainda garante um fôlego extra, segundo estudos de Bianco. Não convém, entretanto, ultrapassar muito essa recomendação.
Nucci tem outra observação. “Quem quer um tênis para maratonas tem de ver, além do amortecimento, uma palmilha especial e cabedal feitos para dissipar ou absorver o suor, senão o pé fica encharcado, causando bolhas, pontua:

: O tênis não pode apertar o pé. O ideal é que sobre até um dedo entre o cabedal e a ponta dos dedos.
: Quem está acima do peso tem de pensar em amortecimento.

: Lavar os tênis pode reduzir a vida útil.

: Importância também as meias, o cano mais alto em relação ao tênis evita bolhas por atrito na parte de trás, e muito cuidado na escolha do material de fabricação das meias.

Os tipos de pisada
Para escolher o tênis certo, um passo importante é saber o formato do seu pé e seu tipo de pisada. São três os “tipos” de pé: o de arco alto, o de arco normal e o de arco baixo. Veja a figura abaixo:

Além do formato do pé, a forma como ele atinge o chão também influencia na escolha do tênis. O fisioterapeuta Reginaldo Fukuchi, membro do laboratório de Movimento do Instituto Vita e do Laboratório de Biofísica da USP, explica quais são os três tipos de pisada existentes e suas principais características:

Tipo de pisada

Pronadora: “A pronação vai haver em todo corredor, a diferença é que quem é pronador faz isso excessivamente”.

Na pisada pronada, o corredor apóia o lado de fora do calcanhar no chão e move o pé para dentro, passando pelo dedão e terminando no dedinho.

Supinada: “Assim como na pronada, na pisada supinada também acontece pronação, contudo, em um grau bem inferior. Neste tipo de pisada, há uma sobrecarga na parte de fora do pé do corredor “

Aqui, acontece o inverso da pronação. O atleta começa o movimento de pisada com a parte de fora do calcanhar, mas faz um movimento de apoio da parte externa do pé, até o dedinho.

Neutra: “É o tipo de pisada com maior equilíbrio. Nela, há uma pronação mínima, de 8 a 15 graus. “O movimento com o calcanhar não sofre nenhuma alteração para os lados do pé”.

Neste tipo de pisada, há um movimento invariável desde o calcanhar até a ponta do pé, e forma uma pegada reta e constante.

Conheça seu tênis.
Agora que você já conhece mais sobre a parte fisiológica da passada é hora de entender mais sobre seu tênis. Cada parte do calçado tem sua importância, veja na figura abaixo a função de cada uma delas.


1 – Cabedal: é o corpo do calçado.

2 – Palmilha: é responsável pela postura correta do pé dentro do calçado.

3 – Entressola: é a camada entre o cabedal e o solado.

4 – Sola externa: é fabricada com diversas camadas, para agir conforme as necessidades de cada parte do pé. A sola do tênis divide-se da mesma maneira que a pisada.

A – Calcâneo: Responsável pela estabilidade, amortecimento e impulsão

B – Médio-pé: Feito em material duro e resistente, forma uma “armadura” para dar estabilidade

C – Antepé: tem o “bico” levantado para facilitar o movimento da passada, que dobra naturalmente a parte da frente do tênis

D – Contenção do calcanhar.

Tecnologia utilizada pelas marcas na construção dos varios modelos de tênis.

- 3 Action
Inspirada nos movimentos dos animais são compostos por pilares elásticos que se comprimem, ao mesmo tempo, ao tocar o solo, absorvendo o choque e diminuindo o impacto. A placa de pilares evita, ainda, os movimentos médios laterais.

- 3D Ultralite
Esta tecnologia substitui a sola e a entressola por uma espuma de alta resistência. A espuma 3D Ultralite é uma mistura de materiais como EVA, borracha e outros componentes, permitindo reduzir o peso do tênis em 10% a 20%.

- Abzorb SBS
Sistema de amortecimento de absorção de impacto em toda a planta do pé e calcanhar. Agrega pequenas bolhas no material para adicionar ar e espaços de amortecimento.

- AdiDRY
Membrana interior utilizada em sapatos de Adventure, que permite uma resistência extra à água.

- AdiPRENE
Maximiza a proteção do calcanhar, além de melhorar a estabilidade, por meio de amortecedores localizados na entressola. O sistema não deforma com o tempo, garantindo maior durabilidade e funcionalidade.

- AdiPRENE Plus
Trata-se de um material elástico colocado abaixo da parte da frente do pé, que diminui o esforço e maximiza a transferência da força.

- AdiTUFF
Material resistente à abrasão, aplicado na parte frontal do calçado, evitando o desgaste do atrito com o chão.

- AdiWEAR
Solado com um elevado grau de abrasão. Este material é mais utilizado em calçados para prática de corrida para prolongar sua vida útil.

- Agile IQ Stability Plate
Sistema que dá suporte ao arco do pé, evitando torções e permitindo movimentos.

- Axeler
Desenvolvida para a corrida, proporciona maior aceleração, estabilidade, e torção gradual da parte frontal do pé. Possibilita 20% a mais de performance. Através de uma estrutura em tech alloy (liga de aço flexível na entressola), o tênis aumenta o poder de propulsão e garante uma performance maior com menos esforço.

- Biomorphic Fit
Nova construção de cabedal que agrega uma maior eficácia no calçado por minimizar a compressão e irritação sofrida nos pés, devido à utilização do Strech e pela técnica de distribuir as tensões do cabedal do pé.

- Cage
Sistema de estabilidade que reduz os riscos de movimentos involuntários (laterais) e proporciona estabilidade a qualquer tipo de pé.

- CCB
É um elemento moldado em TPU para controlar a torsão de acordo com o arco do pé. Permite a respiração graças a três orifícios localizados na zona média do arco plantar e por um material colocado na palmilha.

- Climacool
Lançada em 2002, foi à primeira tecnologia de ventilação em calçados. Cada parte do tênis apresenta materiais “respiráveis”, combinando manutenção da umidade e ventilação.

- Climalite
É a marca da empresa para roupas e calçados com tecidos tecnológicos, que proporciona a rápida evaporação do suor, mantendo seu equilíbrio térmico do atleta.

- Contagrip
A Salomon oferece a tecnologia mais inovadora para lhe fornecer tração e durabilidade para caminhar ou correr. O sucesso do CONTAGRIP é resultado de uma boa combinação de três componentes principais: Densidade, Composto e Geometria otimizando a aderência e durabilidade. A baixa densidade é ideal para a boa aderência durante escaladas ou caminhadas, enquanto a porção de alta densidade proporciona durabilidade.

- DA2
Elastômero elástico na área do calcanhar que absorve choques e vibrações e cria um efeito de dispersão mecânica graças aos cilindros que se movem dentro da entressola. Outro elastômero, posicionado na parte frontal do pé, garante a flexibilidade e distribuição do peso.

- DMX Foam
Proporciona amortecimento e conforto devido à composição química da espuma de poliuretano e ao movimento de ar através dos canais modelados sobre o componente de espuma.

- DMX Shear
É um sistema dinâmico de amortecimento que trabalha para distribuir e diminuir as forças verticais e horizontais do impacto exercido sobre o calcanhar.

- Duo Cell
Sistema que combina durabilidade e estabilidade. As células são feitas com elasticidade para reduzir o impacto no calcanhar.

- Duratech
Assegura a resistência contra o desgaste muito acima da oferecida pela borracha normal. Duratech 2500 é três vezes mais resistente à abrasão do que uma borracha normal. Já a 5000 é seis vezes mais resistente.

- Evergrind
Solado de borracha de carbono de alta abrasão, localizada na parte traseira do tênis.

- GCS: Ground Control System
Amortece impactos verticais e dissipa forças horizontais. Os benefícios incluem mais controle de movimento, segurança, conforto e agilidade. Rotaciona e desliza para todos os lados de forma independente, adaptando-se ao terreno e à pisada.

- GeoFit
Tecnologia de ajuste interno do calçado que melhora o conforto por intermédio da colocação interna de peças de espuma em áreas anatomicamente corretas.

- Gore-Tex XCR
Membrana à prova d água que permite a evaporação do suor produzido pelos pés.

- Hexalite
É um material leve formado por células em forma de colméia que se contraem ao receber o impacto, proporcionando amortecimento ao pé.

- I-Cell
Os componentes interagem entre as solas. A estrutura tem formato hexagonal, proporcionando leveza e estabilidade ao pé

- N-Durance
Composto de goma de alta resistência à abrasão, localizada na altura do calcanhar, para resistir ao desgaste.

- N-ergy
Combina elementos de amortecimento do impacto do calcanhar com elementos de estabilidade no meio e nas laterais. O desenho oferece característica de rebote que se reflete em um andar mais suave.

- N-Lock
Provê a estrutura da parte mais alta do meio do pé e maior proteção.

- Nike Air
Amortecimento e proteção – é uma bolsa de ar composta por gases pressurizados, localizada na entressola do tênis. Absorve os impactos causados durante a prática de atividades esportivas. Oferece proteção ao atleta, sem acrescentar peso ao produto.

- Palmilha Trizonet
Dividida em três zonas, dá suporte ao pé e permite movimentos.

- Parallel Wave
Fabricada em Pebax e fibra de poliéster, em forma de ondas paralelas, a tecnologia Parallel Wave dissipa uniformemente o impacto pela sola, aumentando também a estabilidade. Modelo que utiliza a tecnologia: Wave Pro Runner.

- Personalized Heel Fit (PHF)
Espuma com ajuste personalizado para calcanhar.

- Power Flow
É um novo sistema de ventilação. Projetado para garantir uma maior circulação de ar dentro do calçado durante as mais intensas atividades esportivas.

- PUMP
É acionado automaticamente no calcanhar. Quando o atleta caminha ou corre, a tecnologia é comprimida e infla as câmaras de ar em torno do pé. A pressão é mantida constante por uma válvula de liberação e o ajuste é personalizado.

- Quickstrike
Solado com composição especial, com mistura de borracha e carbono borracha para conferir maior leveza ao calçado.

- Skeleton Wave
Wave em dupla configuração de placas paralelas amortecidas por pilares macios (Sensor Points) que se estendem por toda a entressola. Fabricada em Pebax. Modelo que utiliza a tecnologia: Wave Creation.

- Solado B.S.F.P
Forma como o solado é dividido em regiões para oferecer melhor controle, suporte, flexibilidade e propulsão.

- Space Trusstic System
Reduz o peso do solado e fornece estabilidade torcional. Tem a propriedade de amortecimento devido à formação de uma bolsa localizada na entressola e que permite uma melhor deformação do solado no momento de aterrissagem do pé.

- Speed Tech
Usa a tecnologia carbon Klevar (placa de carbono que oferece elasticidade e resistência e melhora a propulsão) para combinar leveza e performance.

- SpEVA (densidades 45 ou 55)
Material em EVA com formulação molecular especial utilizada na entressola que maximiza o efeito “Bounce Back” (a entressola, que desempenha a função de amortecimento, retorna ao estado original logo após o impacto).

- Stability Web
Dá apoio ao meio do pé e estabilidade na torsão, reduz o peso.

- SuperAction
Sistema de amortecimento (que reduz e absorve o impacto da parte traseira) e propulsão (devolve a energia para a parte dianteira do pé).

- Torsion
O calcanhar e a parte da frente do pé movem-se e giram de forma independente.Colocado na região mediana do calçado, o sistema permite este movimento natural, a fim de reduzir o risco de lesões e proporcionar maior estabilidade e suporte.

- Transition Bridge
É uma placa localizada entre a entressola e a sola do tênis, que garante estabilidade na passada.

- Traxion
Maximiza a tração por meio de travas de design único e distribuídas de acordo com as necessidades de cada esporte. Isto proporciona uma ótima adaptação dos pés pela melhor distribuição da pressão. O resultado: máxima tração e conforto incomparável.

- Ts2 Medial Post (Transition Support System)
Provê apoio do calcanhar à ponta dos dedos.

- Vibram
É um solado flexível e leve, garantindo conforto para os pés. Utilizado em sapatilhas de escalada em rocha a botas para trekking. O desenho das ranhuras aumenta a aderência, a tração e reduz o risco de torções laterais sem perda de conforto. Com o Design Biomecânico, o solado também melhorou a sensibilidade dos pés com o terreno.

- X Wave
Oferece amortecimento em um calçado específico para maratonas. Fabricada em Pebax, a tecnologia é indicada para corredores de pisada neutra que procuram um calçado com ótimo amortecimento e flexibilidade. Modelo que utiliza a tecnologia: Wave Aero.

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Fonte:

http://o2porminuto.com.br

http://www.vibram.com

http://www.salomon.com

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ARTIGO POR: Fernando Zara EM março - 15 - 2010 Artigos Técnicos

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