Fernando Zara

Tudo sobre o mundo vertical!

O Armazém Aventura é uma loja especializada na compra e na venda de equipamentos usados e ponta de estoque para esportes de aventura. Compramos e vendemos equipamentos para montanhismo e camping, escalada, roupas técnicas, calçados, ciclismo, filmes e livros, além de acessórios em geral.

Armazém Aventura

A nossa missão
Satisfação do cliente através da orientação e comercialização na compra e na venda de equipamentos para esportes de aventura usados e ponta de estoque.
História
Inspirada numa loja canadense na pequena cidade de Canmore nas Rochosas, o Armazém Aventura é uma loja especializada em compra e venda de equipamentos esportivos usados e ponta de estoque. A idéia nasceu no início dos anos 2000 nos bazares que organizávamos na época da faculdade quando cursávamos Ecologia e Geografia na Universidade Estadual Paulista – UNESP – na cidade de Rio Claro. Enxergamos a importância de orientar os nossos amigos na escolha e na compra de equipamentos quando partiam para as aulas de campo ou para as suas primeiras atividades de aventura. Que roupa uso? Qual um bom modelo de barraca? Quantos graus este saco de dormir aguenta? Eram perguntas frequentes. Posteriormente, no famoso bazar da Outward Bound Brasil  - www.obb.org.br - em São Paulo e em conversas com amigos do mundo da aventura percebemos que este era um mercado promissor: a compra e a venda de equipamentos usados àqueles que buscavam uma alternativa aos preços de produtos novos e, também, um pequeno conselho sobre o quê e como usar.
Não deixem de visitar!
Site:

Popularity: 26% [?]

ARTIGO POR: Fernando Zara EM julho - 10 - 2011 Trabalhos & Expedições

O Coronel Percy Harrison Fawcett (1867 – 1925) foi um famoso arqueólogo e explorador britânico que desapareceu ao organizar uma expedição para procurar por uma civilização perdida na Serra do Rocandor – Brasil.

Percy Fawcett

Biografia

Fawcett nasceu em 1867 na cidade de Devon, Inglaterra. Em 1886 entrou para a Royal Artillery e acabou escalado para trabalhar no Ceilão, onde conheceu sua esposa. Depois trabalhou como agente secreto britânico na África Meridional e aprendeu técnicas de sobrevivência na selva.

Fawcett era também um agente do serviço secreto inglês, o MI6 e estava como agente duplo servindo a organização secreta The Seven Circle, recrutado pelo controvertido spymaster, o mágico MaskMelin, desde que esteve no Ceilão e tomou contato com os sábios que decodificaram a estatueta que lhe fora presenteada pelo escritor H. Rider Haggard. Era também amigo do escritor Arthur Conan, que mais tarde utilizaram suas histórias como base para escreverem a obra “Lost World”. Suas histórias também serviram de inspiração supostamente para a criação de aventuras envolvendo o personagem Indiana Jones.

A primeira expedição de Fawcett na America do Sul ocorreu em 1906 quando ele viajou ao Brasil para mapear a Amazônia em um trabalho organizado pela Royal Geographical Society. Ele atravessou a selva, chegando em La Paz, na Bolivia em junho desse mesmo ano.

Fawcett realizou sete expedições entre 1906 e 1924. Ele tinha a habilidade de conquistar os povos que habitavam os locais explorados dando-lhes presentes. Ele retornou a Inglaterra para servir ao exército britânico durante a Primeira Guerra Mundial, mas logo após o fim da guerra retornou ao Brasil para estudar a fauna e arqueologia local.

Em 1925 convidou seu filho mais velho, Jack Fawcett, para acompanhá-lo em uma missão em busca de uma cidade perdida, a qual ele tinha chamado de “Z”. Após tomar conhecimentos de lendas antigas e estudar registros históricos, Fawcett estava convencido que essa cidade realmente existia e se situava em algum lugar do estado do Mato Grosso, mais precisamente na Serra do Roncador. Curiosamente antes de partir ele deixou uma nota dizendo que, caso não retornasse, nenhuma expedição deveria ser organizada para resgatá-lo. O seu último registro se deu em 29 de maio de 1925, quando Fawcett telegrafou uma mensagem a sua esposa dizendo que estava prestes a entrar em um território inexplorado acompanhado somente de seu filho e um amigo de Jack, chamado Raleigh Rimmell. Eles então partiram para atravessar a região do Alto Xingú e nunca mais voltaram.

Muitos presumiram que eles foram mortos pelos índios selvagens locais. Porém não se sabe o que aconteceu.

Os índios Kalapalos foram os últimos a relatar terem visto o trio. Não se sabe se foram realmente assassinados, se sucumbiram a alguma doença ou se foram atacados por algum animal selvagem.

 

Rota percorrida por Percy Fawcett.

Missões de resgate

Durante as décadas seguintes, foram organizadas várias expedições de resgate, porém nenhuma obteve resultado positivo. Tudo o que conseguiram foram coletar histórias dos nativos. Alguns disseram que eles foram mortos por indígenas hostis ou que animais selvagens os atacaram. Ouviram também algumas versões mais fantásticas dentre as quais destacam-se a história de que Fawcett teria perdido sua memória e estaria vivendo como chefe de uma tribo de canibais ou de que eles realmente encontraram a cidade perdida, mas foram impedidos de retornar para manter o segredo da existência de tal local.

Ao todo, cerca de 100 exploradores morreram tentando procurar pelos membros da expedição de Fawcett. Três expedições de resgate também desapareceram na mesma região, que continua praticamente inexplorada até os dias atuais.

 

A Suposta ossada do Cel. Fawcett

 

Orlando Villas Boas encontra suposta ossada em 1952

Em 1952, seis anos depois do primeiro contato com os índios Kalapalo, os índios confidenciaram a história dos exploradores que haviam sido mortos muitos anos antes quando passavam na região. A narrativa levava a crer que os exploradores eram Percy Harrison Fawcett, Jack Fawcett e Raleigh Rimmell. O Cel. Fawcett teria advertido crianças da aldeia que, por sua curiosidade, ficavam perto de seu acampamento tocando nos objetos pessoais dos exploradores. A conduta do coronel, no entanto, não teria agradado os pais das crianças resolvendo, assim, responder àquela conduta ofensiva do visitante. Jack e Rimell teriam sido flechados e descartados no rio. O Cel. Fawcett teria sido morto com golpes de borduna e enterrado numa cova raza rente a uma árvore.

Orlando Villas Boas junto a dois índios Kalapalo com a suposta ossada do Coronel Fawcett. 1952. Diante desta declaração, Cláudio e Orlando Villas Boas localizaram o local onde teria sido morto o explorador inglês. Lá foram achados ossos humanos e objetos pessoais evidentemente de nossa sociedade como: faca, botões e pequenos objetos metálicos. Teria, assim, terminado o mistério do desaparecimento do explorador inglês. A ossada passou por inúmeros testes, no Brasil e Inglaterra, mas não se chegou a uma conclusão satisfatória. Atualmente, os ossos achados em 1952 pelo Villas Boas encontram-se no Instituto Médico Legal da Universidade de São Paulo. Foi realizado o exame de DNA mitocondrial mas a família Fawcett se recusa a submeter-se a este exame.

Em 1996 os índios da tribo Kalapalo capturaram uma expedição que visava solucionar o mistério e somente os liberaram após eles declararem desistência.

 

Exploration Fawcett

Fonte: Wikkipedia

 

 

 

 

 

Popularity: 42% [?]

ARTIGO POR: Fernando Zara EM dezembro - 9 - 2010 Trabalhos & Expedições

 

Programa com a Outward Bound e o colégio St.Pauls.

Programa com a Outward Bound e o colégio St.Pauls - foto Marcio Prado

 

Scout para um programa da Outward Bound com o colégio St. Pauls pela trilha dos “Sete Degraus” antiga “Trilha do Café” que liga Cunha a Parati.

A 12Km de Paraty e a 15km de Cunha, a Pedra da Macela atinge uma altitude de 1.850m e oferece vista panorâmica da Baía da Ilha Grande, com Angra dos Reis, Paraty e Cunha. Acesso pela RJ-165 (Paraty-Cunha) ou pela SP-171 (Cunha-Paraty) o acesso está sinalizado. A partir daí são 4 km de estrada cascalhada até a porteira da antena de Furnas. Deixe o carro estacionado na porteira e siga a pé mais 2 km. A caminhada se dá em estrada asfaltada, bem íngreme, com duração de 40 minutos a 1 hora.

 

Mapa Cunha x Paraty

 

A “Trilha do Café” tem inicio numa tronqueira uns 150 mts antes do portão de Furnas, A trilha, também conhecida como Caminho do Café, inicia na Pedra da Macela (em Cunha) e termina no bairro da Ponte Branca (em Paraty). Apesar de ser somente descida, a trilha é bastante cansativa por ser longa (aproximadamente 7 horas de caminhada, contando com as paradas). Um bom trecho dela segue por uma antiga estrada de pedras feita por escravos utilizada para escoar o café do Vale do Paraíba. A vegetação invadiu parte dessa estrada tornando o caminho ainda mais bonito. Belíssima trilha que passa por cachoeiras, vegetação nativa, sítios históricos e vistas panorâmicas. A trilha bifurca muito e não há no caminho muitas casas ou pessoas que poderiam tirar dúvidas sobre a direção a seguir.
Fonte: http://www.paraty.tur.br/esportesradicais/trekking.php

 

Seu Tinho e Márcio (Mola)

 

Passando pela trilha não deixe de bater um papo com Sr.Tinho, morador local a mais de 40 anos bom de papo, hospeitaleiro elem de fazer um queijinho branco delicioso.

 

 

 

 

 

 

Entrada da trilha

 

Acampamento

 

 

 

 

 

 

 

Entrada da trilha

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Popularity: 43% [?]

ARTIGO POR: Fernando Zara EM outubro - 16 - 2010 Trabalhos & Expedições

Vista do Itaguré para os Marins

A Serra da Mantiqueira (do Tupi, Montanha que chora) é perfeita para travessias de apenas um dia ou mais, fáceis ou difíceis. São vários os roteiros possíveis, que apenas dependem do tempo disponível e do preparo físico do interessado.
Situadas na divisa com Minas Gerais, ambas pertencem a São Paulo: Marins com 2420 m com encostas íngremes esta localizado na região de Piquete (SP) e Itaguaré 2305 m com seus picos pontiagudos na região de Cruzeiro (SP).
A travessia pode ser feita em um dia de caminhada forte (light and fast), mais o ideal são três dias para que se consiga aproveitar toda a beleza que a região oferece.
Existem poucos pontos de água para reabastecimento, um deles é na base dos Marins, mais existem duvidas quanto à qualidade da água, vale à pena levar um peso extra de água e não esqueça o hidrosteril!
O sentido normal para iniciar a caminhada é saindo do morro do careca, em Piquete, a subida da trilha é suave com alguns trechos mais inclinados e sinalizados com pedras (Totens) em boa parte do caminho. Saindo bem cedo é possível subir ao cume dos Marins e retornar ao final do dia.

Se estiver mesmo interessado na travessia existem algumas opções para a primeira noite se estiver indo no sentido Marins – Itaguare:

1 – Na base dos Marins existem bons lugares para barraca, monte, e aproveite pra fazer cume e ver o por do Sol, leve lanterna pra evitar ficar na roubada. No dia seguinte é só seguir a trilha sentido pedra redonda.

2 – Monte acampamento no cume e aproveite a vista, com céu aberto é possível avistar a Pedra Redonda e Pedra da Mina, e durante a noite a vista de nove cidades do Vale do Paraíba é imperdível. Acorde cedo à caminhada do dia seguinte é puxada.

Foto: Fernando Zara

A trilha que segue sentido Pedra Redonda e Itaguaré está repleta de desafios, desde o capim alto a trepa pedras intermináveis, fiquem atentos água somente na base do Itaguaré.
A trilha segue pela crista, com descidas e subidas fortes então fique atento pra não sair varando a mata, uma boa é ir localizando as poucas marcações existentes (Totens) e ficar atento a direção que precisa seguir.
O próximo acampamento é na base do Itaguaré. Local escolhido, barraca montada, não deixe de fazer o cume do Itaguaré e curtir o por do sol.
A descida da trilha ate a estrada é bastante acidentada, muito cuidado! Ah! Não se esqueça de combinar o resgate com alguém no ponto final.

Itaguaré

Eu particularmente prefiro iniciar a travessia pelo Itaguaré, gosto mais do visual que fica o tempo todo a minha frente. Outra possibilidade quando se esta em grupos maiores é a divisão em dois grupos, um grupo inicia pelo Marins e outro pelo Itaguaré, e quando os grupos se cruzarem, o que normalmente acontece na pedra redonda, troque as chaves dos carros, assim o grupo que começou pelos Marins usa o carro pra retornar de quem começou pelo Itaguaré.
A melhor época pra fazer a travessia é entre os meses de Abril e Agosto, sendo Junho e Julho os mais frios.

Seguem algumas sugestões de materiais e alimentos.

01 – Mochila 65 l. (no mínimo).
01 – Mochila de 20 l pra deixar uma roupa extra no carro para o retorno.
01 – Barraca, se a barraca não for sua é indicado que você se familiarize com a montagem antes de ir para campo aproveitando pra verificar o estado geral de todas as partes (sobre teto, corpo da barraca, varetas e specks).
01 – Isolante térmico, de preferência aos de células fechadas, os infláveis não são indicados para uso em baixas temperaturas. Se preferir leve um inflável com dimensões menores para ser usado em baixo de um de célula fechada, aumentando seu conforto.
01 – Saco de dormir para temperaturas mais baixas, fique atento ao peso e volume, ele não pode ser o responsável por ocupar todo espaço de sua mochila.
01 – Fogareiro (fósforo, combustível, espiriteira não é indicada).
01 – Kit de panelas com 02 panelas pequenas, 01 panela grande e 01 frigideira (talheres, canivete, abridor de lata, prato, caneca, tabua para corte, utensilhos de cozinha, etc).
01 – Bastão de caminhada (opcional).
03 – Lanternas de cabeça com pilhas novas.
01 – Garrafa térmica. (pequena opcional).
01 – hidrosteril (purificador de água).
01 – Protetor solar.
01 – Óculos de sol.
01 – Boné/chapéu.
01 – Kit de primeiros socorros.

Vestuário

Leve em conta a época do ano antes de escolher suas roupas, Junho e Julho são os meses mais frios.
Pense em levar um kit de roupas exclusivamente para dormir, levanto em conta a capacidade de seu saco de dormir e o tipo de isolante.
Uma forma bastante eficiente de pensar em quais roupas levar é analisar as funções que cada peça vai exercer dentro da composição.

• Roupas de nível base (base layer), roupas que ficam em contato direto com a pele, de preferência a tecidos sintéticos que ajudam a evaporar o suor durante a caminhada, evite roupas de algodão.

• Roupas de segundo nível (second layer), roupas que atuam no isolamento térmico (Fleece).

• Roupas para o isolamento e confinamento (Shell), ideal que seja leve, impermeável e transpirável, podem ser usada como abrigo da chuva e que funcionam como nível de confinamento em condições mais frias, porém não extremas.

• Não se esqueça dos extremos (cabeça, mãos e pés), a perda de calor é grande por essas partes do corpo.

Alimentos.

Antes de pensar o que levar de comida, defina quantos cafés da manhã, quantos lanches de trilha e jantares ira realizar durante sua travessia, ai depois, comece a pensar no que levar e as quantidades.
Fuja do “MIOJO”, com um pouco de imaginação é possível realizar verdadeiras obras de arte durante as refeições de campo, na internet você encontra receitas interessantes e praticas.

Algumas dicas:

Café da manhã
- Sucrilhos, granola, pães, geléias, manteiga, achocolatado, queijos, bolachas, leite em pó, farinha de trigo, etc.

- Fermento “químico” gosta de água fria e sossego, ideal para panquecas.
- Fermento “biológico” gosta de água morna e agito, e precisa de um pouquinho de sal e açúcar para acordar, ideal para pães e pizza.

Panqueca doce para 03 pessoas.

Ingredientes: um terço do pacote de farinha de trigo, quatro colheres de sopa de leite em pó, uma colher de sopa de fermento químico, uma colher de sopa de manteiga, água e meia colher de sopa de baunilha.

Recheio: mel, frutas, canela, queijo, etc.

Preparo: misture todos os ingredientes na panela e misture água aos poucos. Derreta manteiga na frigideira e coloque o equivalente a uma concha pra fritar, vá checando com a espátula e quando a massa estiver dourada, vire-a para assar do outro lado.

Lanche de trilha.
Pão sírio, salame, frutas secas (mix), suco tipo tang., bolacha, banana passa, atum, trigo para tabule, tomate, cebola, etc.

Jantar.
Macarrão, arroz, purê de batata, calabresa, cebola, azeite, lentilhas, kit tempero, etc.

O momento da cozinha é ideal para aquela confraternização entre os participantes da expedição, e senta que la vem historia…

Em longas caminhadas procure se alimentar de maneira adequada levando alimentos que consigam repor sua energia, garantindo a boa recuperação do organismo após um dia de caminhada.

NDR – Não Deixe Rastro

Uma das preocupações que todo praticante de atividades ao ar livre em áreas remotas deve ter é com relação aos restos dos alimentos produzidos, embalagens e principalmente com relação a suas necessidades.

Na hora das refeições (principalmente do jantar) muitas vezes produzimos mais do que necessitamos para nos alimentar e o resultado são panelas repletas de alimentos ou mesmo sobras de cascas que foram utilizadas na preparação, não jogue a sobra no ambiente o ideal é ter em mãos um recipiente (pode de Tody) para armazenas os restos assim no retorno você consegue dar um destino adequado as sobras produzidas.

Faça suas necessidades uns 50m no mínimo de cursos de água e trilhas em caso do numero dois faça um buraco com uns 15 cm de profundidade e enterre, “NUNCA” enterre o papel caso use, traga-o de volta, parece estranho mais importantíssima essa pratica, agora se lembre ter um recipiente para armazenar de forma adequada esse papel.

Dicas de mínimo impacto http://www.pegaleve.org.br

1 – Planeje sua viagem.
2 – Você é o responsável pela sua segurança.
3 – Cuide das trilhas e dos locais de acampamentos.
4 – Traga seu lixo de volta.
5 – Deixe cada coisa em seu lugar.
6 – Evite fazer fogueiras.
7 – Respeite os animais e as plantas.
8 – Seja cortes com outros visitantes e com a população local.

Aproveite sua caminhada…

Veja Também:

O Calçado certo para Prática Esportiva

Popularity: 35% [?]

ARTIGO POR: Fernando Zara EM setembro - 7 - 2010 Trabalhos & Expedições

Fizemos algumas investidas na Pedra do Bau para coletar material fotografico e criar uma visita virtual. Participaram destas escaladas Fernando Zara, Marcio Corrêa do Prado, Luciano Corrêa e Cesar Roberto.

O resultado vocês podem conferir abaixo nesta visita virtual interativa através da qual vai conhecer a Pedra do Bau de uma forma que somente os escaladores conhecem! Nesta visita virtual levaremos você a lugares inusitados através de imagens impressionantes que mostram como é escalar a Pedra do Bau com montanhistas experientes, são novos ângulos que você jamais veria, a menos que seja um escalador.

Nesta sequencia de imagens você vai conhecer algumas das dezenas de vias de escalada do complexo!

Clique no “MAPA” para ocultá-lo e no botão igual a este Tela Cheia para ver em Tela Cheia!

Publicidade

Popularity: 88% [?]

ARTIGO POR: Luciano Correa EM julho - 27 - 2010 Trabalhos & Expedições

Participantes da temporada de Julho de 2010

Entre os dias 05 e 14 de Julho, nove adolescentes e dois instrutores passaram por mais uma experiência interessante junto a mãe natureza, onde o desafio não foi somente se manter quente nas noites frias ou encontrar um bom local pra pernoitar, existia também o da comunicação, do trabalho em grupo, da tomada de decisão entre tantas outras que ajudaram a todos a se perceberem e perceber o seu potencial e que muito depende somente de nos mesmos e das escolhas que fazemos dentro e fora do curso.

 

Orquidea

Descanso

Café da Manhã

 

 

 

 

 

 

Cada curso Outward Bound desenvolve capacidades mentais, corporais e espirituais através de um processo no qual os padrões de desenvolvimento de carater são determinados pessoalmente. Os cursos devem desenvolver os valores solidariedade, serviço, responsabilidade social/ambiental, aventura e desafio em um meio ambiente criado intencionalmente para apoiar resultados educacionais específicos.

Missão Outward Bound

“Ajudar as pessoas a descobrir e desenvolver
o seu potencial para cuidar de si próprias, de outros e do mundo à sua volta, através de experiências desafiadoras, em ambientes diferenciados. “

Maiores informações: www.obb.org.br

Popularity: 20% [?]

ARTIGO POR: Fernando Zara EM julho - 21 - 2010 Trabalhos & Expedições

Inscreva-se aqui

TAG CLOUD

Compression Plugin made by Web Hosting