Fernando Zara

Tudo sobre o mundo vertical!

Regra básica de comunicação

Alex Evans-The Zodiac Yosemite,CA Photo: Andy Bardon

Muita gente, mesmo instrutores de cursos de escalada toma como regra fundamental a comunicação verbal na parede.

De fato pelo menos nos casos ideais é bom que haja a comunicação, principalmente quando o guia e o participante estão nas paradas distintas. Isso evitaria situações estranhas como o participante soltar a corda do guia sem que aquele esteja ancorado ou, participante começar a escalar antes da montagem do sistema de segurança por parte do guia.

Mas a realidade de montanha é muito diferente daquela encontrada nos ambientes de escalada esportiva. É freqüente a perda de contato visual e, dependendo das situações, a comunicação verbal também se torna impossível.

Isso ocorre, por vezes, simplesmente por angulação (geometria da parede). No entanto, em condições de vento, o problema pode tornar-se muito freqüente. Por isso pessoas acostumadas a escalar em montanha, muitas vezes deixam de se comunicarem por palavras. As frases, especialmente as longas, tornam-se incompreensíveis em determinadas situações.

Os escaladores combinam sinais de antemão que normalmente consiste em um grito curto para afirmativa e dois gritos curtos para a negativa.

Por exemplo: Assim que o guia atingir o ponto de parada e fizer a auto-fixação, dá um grito. O segurador desfaz a segurança, libera a corda e dá um grito. O guia recolhe a corda, monta o sistema de segurança do participante e dá um grito. O segurador, antes de começar a escalar também dá um grito. Se o guia quiser pedir para o participante esperar, dá dois gritos e assim por adiante.

Mas mais do que isso existe um ponto que deve ser o senso comum. No Brasil isso não tem sido levado muito a sério, mas quando o guia terminou de recolher a corda, subentende-se que a segurança do participante será imediatamente montada e posta em ação.

Isso significa que, para o participante, assim que a corda acabar deve-se dar no máximo um tempinho para a montagem do sistema e sair escalando. Esse procedimento otimiza a escalada em situações em que sequer os gritos não são audíveis.

Isso tudo pode parecer um procedimento perigoso, principalmente para os menos experientes. Mas uma ação coordenada, uma vez praticada por pessoas que tenham experiência (convém praticar esse tipo de procedimento nos campos-escola onde se pode ter o controle absoluto da situação) não têm nada de improvisação. Perigoso é ficar marcando bobeira ou perdendo tempo na parede, com eventual risco de ser apanhado por um mau tempo ou anoitecimento, por simples falta de comunicação verbal.

Apenas salientando, considerando-se isso como uma regra, o guia jamais deve recolher a corda se não estiver pronto para dar segurança ao participante.

Apenas para se certificar, é bom que os escaladores combinem esse tipo de procedimento antes da escalada, principalmente quando se está com alguém com quem nunca antes escalou.

E se acaso um dia estiver numa situação dessas, a corda acabar e sair escalando, certifique-se que o segurador está recolhendo a corda. Se formar uma barriga de 2 metros, dê alguns trancos na corda para ver se acorda o guia e, aguarde o recolhimento antes de prosseguir.

E por falar em trancos, existem pessoas que combinam códigos de trancos na corda para comunicação. Esse sistema só funciona em vias que as costuras de proteção não apresentam muita angulação. Nas enfiadas em que o atrito de arrasto é muito grande, a energia dos trancos é simplesmente dissipada ao longo da corda.

Boas escaladas.

Veja também: http://www.fernandozara.com.br/2010/06/01/eficiencia-e-qualidade-das-protecoes/

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ARTIGO POR: Fernando Zara EM setembro - 14 - 2010 Artigos Técnicos

Equipe Zoom Aventura

Com nossa base operacional no Parque Estadual de Campos do Jordão, o Horto Florestal, organizamos atividades com aventura, diversão, informação e muita segurança.

Explorem nosso site – blog através dos menus na barra superior e nos assuntos por categoria à direita e conheçam nossos roteiros.

Estamos sempre esperando sua visita, aqui e principalmente em nossa base.

A Zoom Aventura vem renovar a maneira como as pessoas e agências interagem com a natureza e os esportes de aventura. Tendo no seu cerne profissionais que participaram da introdução e evolução do Ecoturismo e Turismo de Aventura no Brasil – Luciano Correa.

Acesse o site para maiores informações.

www.zoomaventura.com.br

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ARTIGO POR: Fernando Zara EM setembro - 13 - 2010 Notícias

Vale do Jaboticatubas - Serra do Cipó

Uma barraca não deve ser escolhida em função de uma única viagem, a não ser que a expedição seja tão especial que valha a pena escolher uma barraca específica. 

Normalmente interessa o fato de se poder utilizar uma barraca nas condições mais diferentes possíveis e durante algum tempo, já aviso que você nunca conseguirá encontrar uma barraca que atenda a todas as suas necessidades. 

Atendendo às condições de uso podemos agrupá-las em números de pessoas (uma, duas, três ou mais) e estações:

Quatro estações, ou para expedição. Estas barracas são para o uso mais “extremo”, vento, chuva, neve, altitude. Pode ser que você não tenha previsto utilizar a barraca nestas condições habitualmente, mas é importante saber, que venha o que vier, estará utilizando um equipamento profissional.

Três estações, sua utilização é recomendável em condições meteorológicas moderadas.

A Barraca

Os principais componentes de uma barraca são:

Célula

 

-       Célula, o corpo principal da barraca, onde você dorme.

Sobre Célula

-       Sobre célula, uma espécie de capa protetora confeccionada em material impermeável e resistente que mantenha o vento e a chuva do lado de fora. Entre a “célula” e a “sobre célula” permanece uma camada de ar morto que age como isolante aquecendo a barraca no inverno e a refrescando no verão.

Varetas

 

 

-       Hastes (varetas), são o esqueleto da barraca onde são montadas a célula e a sobre célula.

Specs

-       Specs, pequenas hastes utilizadas para fixar a barraca ao chão, evitando que ela seja arrastada pelo vento.

Algumas questões para escolher uma barraca.


Onde e como pretende utilizá-la?

-       Que tipo de viagem pretende fazer…

-       Quantas pessoas pretende abrigar…

-       Que tipo de clima pretende encontrar…

-       Quanto equipamento pretende levar…

Em alta montanha durante todo o ano ou em regiões frias deve-se escolher barracas leves respondendo a critérios de qualidade severos. Uma mudança brutal de tempo em montanha pode ser muito perigosa, boas qualidades isolantes são muito importantes, assim como uma armação e um tecido resistente e claro a sua habilidade de encontrar um bom local.

Em regiões quentes, buscar uma barraca com boa ventilação interna, duas portas pode ser uma boa opção para permitir uma boa circulação de ar. As barracas para três estações costumam funcionar bem.

Formatos e estilos.

Canadenses

Canadenses, barraca clássica com formato triangular.

Tubulares

Tubulares, são auto sustentáveis, são leves e de boa ventilação.

Iglus

Iglu, auto sustentáveis, possuem bom espaço interno.

Geodésicas

Geodésicas, auto sustentáveis e mais resistentes que as de formato Iglu.

Que importância tem no transporte o peso e as dimensões da barraca?

Se a estará carregando para cima dentro da mochila a maior parte do tempo o peso e as dimensões são muito importantes. Uma barraca para várias pessoas deve ser repartida em várias mochilas para o transporte. Se a transportará de carro, trem ou com outros meios motorizados ate o local de uso, o peso e o volume da barraca não são tão importantes.

Peso.

-       As barracas de boa qualidade resistem ao mau tempo, são dotadas de costuras reforçadas e equipadas com três ou quatro armações, pesam a partir de 500 a 800 g/m2.

-       Antes de comprar, deve-se pensar bem que peso estará disposto a aceitar para beneficiar-se de uma boa proteção e da segurança de uma boa barraca em situações extremas de montanha.

Impermeabilidade.

-       A impermeabilidade de um tecido é medida a maior parte das vezes utilizando a pressão de uma coluna de água. O grau de impermeabilidade está assim determinado pela altura da coluna de água suportada antes de atravessar o tecido.

 Um tratamento siliconizado melhora de forma importante o efeito impermeabilizante, evitando assim que as gotas de água se fixem sobre o tecido.

 Há grandes diferenças de qualidade e de preço no que diz respeito aos tecidos chamados impermeáveis.

-       As distintas qualidades de tecidos condicionam também a resistência aos rasgos, abrasão, impermeabilidade e durabilidade.

-       Nas barracas atuais uma camada de poliuretano é aplicada sob pressão na face interna da costura para selar. Durante este processo o ar quente a uma temperatura controlada, sopra sobre toda a costura e forma com o tecido uma camada forte e impermeável. Este processo garante impermeabilidade durante algum tempo.

As hastes (varetas).

-       As armações oferecem uma grande resistência a flexão e ruptura. No caso de muito mal tempo ou de nevascas fortes é fundamental que as varetas assegurem uma boa distribuição dos esforços.

-       As de alumínio são hoje as mais confiáveis para uso em montanha. Das diversas varetas de alumínio existentes no mercado, as do tipo Easton e DAC são as mais indicadas. Particularmente, prefiro as barracas que tem aqueles ganchinhos para prender o corpo da barraca na armação. Não gosto daquelas com canais de tecido por onde são passadas as varetas.

Tecidos

Algodão – É pesado, estraga com facilidade. Não resiste ao esforço elevado, recomendada para áreas abrigadas de camping.

Nylon-Poliamida – 
Possui grande resistência a estiramentos e abrasão. É muito elástico e leve (de 60 a 80 g/m2). Altera-se sob a ação de chuva ácida, e se deforma em caso de longa exposição a água.

Nylon-Ripstop – Variação do Nylon com linhas de reforço. Peso de 50 a 60 g/m2. Usado freqüentemente como material leve para a parte interna. Relação ideal peso/resistência a rasgos.

Poliéster – Possui uma grande resistência ao rasgo e à abrasão é leve (de 60 a 80 g/m2). Não se deforma sob a ação da umidade, não sofre a ação da chuva ácida e resiste bem aos raios ultravioleta. Tem o inconveniente de uma baixa elasticidade.

Revestimentos

Silicone 
leve – Durável, elástico em baixa temperatura. Protege dos raios ultravioletas. Somente absorve 5% de umidade. Em temperaturas elevadas pode se desprender algum odor.

Poliuretano – Boa impermeabilidade. Permanece flexível e impermeável inclusive a baixas temperaturas. Oferece a possibilidade de aplicar várias camadas sobrepostas de forma que suas propriedades se intensifiquem.

PVC – É barato e se aplica em barracas de pouca qualidade. É pesado e racha facilmente quando submetido à baixas temperaturas.

Montando a barraca.

Bons locais de acampamentos são encontrados e não feitos.

Specs em uso

Procure montar sua barraca sempre que possível em área de sombra, para protegê-la dos raios ultravioleta.

 Se o tempo permitir evite manter a barraca fechada completamente, isto evita a condensação e proporciona uma melhor ventilação. A entrada deve estar situada sempre que possível do lado contrário ao vento. Muito cuidado nas épocas de tempestades (verão) com os lugares expostos a raios.

Como cuidar da barraca?

Ler as instruções com atenção.

Depois de cada uso limpá-la com uma esponja úmida e estendê-la até que esteja seca. Ocasionalmente lavar com água e sabão neutro, lembrando de enxaguar bem, de modo que não permaneçam resíduos do sabão. Em seguida deixá-la secar. Armazenar sua barraca em local apropriado e longe de umidade.

Fonte:

http://altamontanha.com

http://marmot.com

http://Sierradesigns.com

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ARTIGO POR: Fernando Zara EM setembro - 7 - 2010 Artigos Técnicos

Vista do Itaguré para os Marins

A Serra da Mantiqueira (do Tupi, Montanha que chora) é perfeita para travessias de apenas um dia ou mais, fáceis ou difíceis. São vários os roteiros possíveis, que apenas dependem do tempo disponível e do preparo físico do interessado.
Situadas na divisa com Minas Gerais, ambas pertencem a São Paulo: Marins com 2420 m com encostas íngremes esta localizado na região de Piquete (SP) e Itaguaré 2305 m com seus picos pontiagudos na região de Cruzeiro (SP).
A travessia pode ser feita em um dia de caminhada forte (light and fast), mais o ideal são três dias para que se consiga aproveitar toda a beleza que a região oferece.
Existem poucos pontos de água para reabastecimento, um deles é na base dos Marins, mais existem duvidas quanto à qualidade da água, vale à pena levar um peso extra de água e não esqueça o hidrosteril!
O sentido normal para iniciar a caminhada é saindo do morro do careca, em Piquete, a subida da trilha é suave com alguns trechos mais inclinados e sinalizados com pedras (Totens) em boa parte do caminho. Saindo bem cedo é possível subir ao cume dos Marins e retornar ao final do dia.

Se estiver mesmo interessado na travessia existem algumas opções para a primeira noite se estiver indo no sentido Marins – Itaguare:

1 – Na base dos Marins existem bons lugares para barraca, monte, e aproveite pra fazer cume e ver o por do Sol, leve lanterna pra evitar ficar na roubada. No dia seguinte é só seguir a trilha sentido pedra redonda.

2 – Monte acampamento no cume e aproveite a vista, com céu aberto é possível avistar a Pedra Redonda e Pedra da Mina, e durante a noite a vista de nove cidades do Vale do Paraíba é imperdível. Acorde cedo à caminhada do dia seguinte é puxada.

Foto: Fernando Zara

A trilha que segue sentido Pedra Redonda e Itaguaré está repleta de desafios, desde o capim alto a trepa pedras intermináveis, fiquem atentos água somente na base do Itaguaré.
A trilha segue pela crista, com descidas e subidas fortes então fique atento pra não sair varando a mata, uma boa é ir localizando as poucas marcações existentes (Totens) e ficar atento a direção que precisa seguir.
O próximo acampamento é na base do Itaguaré. Local escolhido, barraca montada, não deixe de fazer o cume do Itaguaré e curtir o por do sol.
A descida da trilha ate a estrada é bastante acidentada, muito cuidado! Ah! Não se esqueça de combinar o resgate com alguém no ponto final.

Itaguaré

Eu particularmente prefiro iniciar a travessia pelo Itaguaré, gosto mais do visual que fica o tempo todo a minha frente. Outra possibilidade quando se esta em grupos maiores é a divisão em dois grupos, um grupo inicia pelo Marins e outro pelo Itaguaré, e quando os grupos se cruzarem, o que normalmente acontece na pedra redonda, troque as chaves dos carros, assim o grupo que começou pelos Marins usa o carro pra retornar de quem começou pelo Itaguaré.
A melhor época pra fazer a travessia é entre os meses de Abril e Agosto, sendo Junho e Julho os mais frios.

Seguem algumas sugestões de materiais e alimentos.

01 – Mochila 65 l. (no mínimo).
01 – Mochila de 20 l pra deixar uma roupa extra no carro para o retorno.
01 – Barraca, se a barraca não for sua é indicado que você se familiarize com a montagem antes de ir para campo aproveitando pra verificar o estado geral de todas as partes (sobre teto, corpo da barraca, varetas e specks).
01 – Isolante térmico, de preferência aos de células fechadas, os infláveis não são indicados para uso em baixas temperaturas. Se preferir leve um inflável com dimensões menores para ser usado em baixo de um de célula fechada, aumentando seu conforto.
01 – Saco de dormir para temperaturas mais baixas, fique atento ao peso e volume, ele não pode ser o responsável por ocupar todo espaço de sua mochila.
01 – Fogareiro (fósforo, combustível, espiriteira não é indicada).
01 – Kit de panelas com 02 panelas pequenas, 01 panela grande e 01 frigideira (talheres, canivete, abridor de lata, prato, caneca, tabua para corte, utensilhos de cozinha, etc).
01 – Bastão de caminhada (opcional).
03 – Lanternas de cabeça com pilhas novas.
01 – Garrafa térmica. (pequena opcional).
01 – hidrosteril (purificador de água).
01 – Protetor solar.
01 – Óculos de sol.
01 – Boné/chapéu.
01 – Kit de primeiros socorros.

Vestuário

Leve em conta a época do ano antes de escolher suas roupas, Junho e Julho são os meses mais frios.
Pense em levar um kit de roupas exclusivamente para dormir, levanto em conta a capacidade de seu saco de dormir e o tipo de isolante.
Uma forma bastante eficiente de pensar em quais roupas levar é analisar as funções que cada peça vai exercer dentro da composição.

• Roupas de nível base (base layer), roupas que ficam em contato direto com a pele, de preferência a tecidos sintéticos que ajudam a evaporar o suor durante a caminhada, evite roupas de algodão.

• Roupas de segundo nível (second layer), roupas que atuam no isolamento térmico (Fleece).

• Roupas para o isolamento e confinamento (Shell), ideal que seja leve, impermeável e transpirável, podem ser usada como abrigo da chuva e que funcionam como nível de confinamento em condições mais frias, porém não extremas.

• Não se esqueça dos extremos (cabeça, mãos e pés), a perda de calor é grande por essas partes do corpo.

Alimentos.

Antes de pensar o que levar de comida, defina quantos cafés da manhã, quantos lanches de trilha e jantares ira realizar durante sua travessia, ai depois, comece a pensar no que levar e as quantidades.
Fuja do “MIOJO”, com um pouco de imaginação é possível realizar verdadeiras obras de arte durante as refeições de campo, na internet você encontra receitas interessantes e praticas.

Algumas dicas:

Café da manhã
- Sucrilhos, granola, pães, geléias, manteiga, achocolatado, queijos, bolachas, leite em pó, farinha de trigo, etc.

- Fermento “químico” gosta de água fria e sossego, ideal para panquecas.
- Fermento “biológico” gosta de água morna e agito, e precisa de um pouquinho de sal e açúcar para acordar, ideal para pães e pizza.

Panqueca doce para 03 pessoas.

Ingredientes: um terço do pacote de farinha de trigo, quatro colheres de sopa de leite em pó, uma colher de sopa de fermento químico, uma colher de sopa de manteiga, água e meia colher de sopa de baunilha.

Recheio: mel, frutas, canela, queijo, etc.

Preparo: misture todos os ingredientes na panela e misture água aos poucos. Derreta manteiga na frigideira e coloque o equivalente a uma concha pra fritar, vá checando com a espátula e quando a massa estiver dourada, vire-a para assar do outro lado.

Lanche de trilha.
Pão sírio, salame, frutas secas (mix), suco tipo tang., bolacha, banana passa, atum, trigo para tabule, tomate, cebola, etc.

Jantar.
Macarrão, arroz, purê de batata, calabresa, cebola, azeite, lentilhas, kit tempero, etc.

O momento da cozinha é ideal para aquela confraternização entre os participantes da expedição, e senta que la vem historia…

Em longas caminhadas procure se alimentar de maneira adequada levando alimentos que consigam repor sua energia, garantindo a boa recuperação do organismo após um dia de caminhada.

NDR – Não Deixe Rastro

Uma das preocupações que todo praticante de atividades ao ar livre em áreas remotas deve ter é com relação aos restos dos alimentos produzidos, embalagens e principalmente com relação a suas necessidades.

Na hora das refeições (principalmente do jantar) muitas vezes produzimos mais do que necessitamos para nos alimentar e o resultado são panelas repletas de alimentos ou mesmo sobras de cascas que foram utilizadas na preparação, não jogue a sobra no ambiente o ideal é ter em mãos um recipiente (pode de Tody) para armazenas os restos assim no retorno você consegue dar um destino adequado as sobras produzidas.

Faça suas necessidades uns 50m no mínimo de cursos de água e trilhas em caso do numero dois faça um buraco com uns 15 cm de profundidade e enterre, “NUNCA” enterre o papel caso use, traga-o de volta, parece estranho mais importantíssima essa pratica, agora se lembre ter um recipiente para armazenar de forma adequada esse papel.

Dicas de mínimo impacto http://www.pegaleve.org.br

1 – Planeje sua viagem.
2 – Você é o responsável pela sua segurança.
3 – Cuide das trilhas e dos locais de acampamentos.
4 – Traga seu lixo de volta.
5 – Deixe cada coisa em seu lugar.
6 – Evite fazer fogueiras.
7 – Respeite os animais e as plantas.
8 – Seja cortes com outros visitantes e com a população local.

Aproveite sua caminhada…

Veja Também:

O Calçado certo para Prática Esportiva

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ARTIGO POR: Fernando Zara EM setembro - 7 - 2010 Trabalhos & Expedições

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