Fernando Zara

Tudo sobre o mundo vertical!

GORE-TEX® é o nome comercial de alguns produtos desenvolvidos pela W.L. Gore.

A origem da membrana GORE-TEX ® começa com cinco letrinhas, ePTFE ou “Politetrafluoretileno expandido” foi criado em 1969, quando Bob Gore esticou ePTFE sob certas condições e o resultado foi um material incrivelmente forte com uma lista impressionante de características para uso na indústria de confecção.

Inicialmente o termo era o sinônimo de uma tecnologia de tecidos laminados com um filme microporoso com mais de 9 bilhões de poros microscópicos que são aproximadamente 20.000 vezes menores do que uma gota de água, mas 700 vezes maior que uma molécula de vapor de umidade o que conferia ao produto a qualidade de ser impermeável à água líquida ao mesmo tempo em que permitia a livre passagem de moléculas de água na forma de vapor. Em outras palavras as roupas com a etiqueta GORE-TEX® tinha a garantia de serem impermeáveis ao mesmo tempo em que permitia a saída da umidade interna em forma de vapor.

Desde a sua criação o produto vem evoluindo, e hoje a etiqueta GORE-TEX® significa não apenas garantia de impermeabilidade e da transpirabilidade do tecido, mas uma gama de produtos destinados a diferentes condições e atesta um padrão de qualidade consagrada nos ambientes mais hostis do mundo como nas escaladas de grandes montanhas e exploração de regiões polares.

Tecido à prova d’água e transpirável:

GORE-TEX® Pro Shell: É a versão mais resistente e transpirável dos tecidos impermeáveis da Gore, destinado para uso prolongado em condições extremas. As roupas dessa categoria foram concebidas para atenderem as necessidades dos profissionais e entusiastas ferrenhos que atuam em condições extremas e conta com a mais avançada tecnologia. As roupas para poderem ter essa etiqueta têm que passar por testes rigorosos em transpirabilidade, e apresentar um padrão de resistência por peso e durabilidade nos padrões mais exigentes. Podem ser em versões 2L e 3L, sendo que 3L possui uma finalização interna em um tecido micro telado, que diminui a abrasão interna, melhora a capacidade de o tecido deslizar sobre outra roupa que esteja sendo vestida por baixo, facilita a transpirabilidade e melhora o acabamento.

Prova d’água: Resiste a uma pressão superior a 40 PSI.

Transpirabilidade (método Hohenstien): Abaixo de 6.

Totalmente a prova de vento.

GORE-TEX® Performance Shell: Desenvolvido para prover conforto e proteção durável, esse produto é ideal para uma gama bastante ampla de atividades ao ar livre com fins esportivos e recreacionais. Existe uma oferta maior de opções de tecidos por um custo razoável.

Prova d’água: Resiste uma pressão superior a 40 PSI.

Transpirabilidade (método Hohenstien): Abaixo de 10.

Totalmente a prova de vento.

GORE-TEX® Paclite Shell: É a versão mais leve e compactável da família de produtos a prova d’água e transpirável. Muito transpirável é ideal para situações onde o peso e volume são críticos, mas não tem a mesma resistência do Pro Shell.

Prova d’água: Resiste uma pressão superior a 40 PSI.

Transpirabilidade 2L (método Hohenstien): Abaixo de 4,5.

Transpirabilidade 3L (método Hohenstien): Abaixo de 06.

Transpirabilidade (método JIS L-1099 B1): Mais de 25.000g de vapor d’água/m²/24 horas.

Totalmente a prova de vento.

Transpirabilidade segundo o método Hohenstien.

- Até 06: Transpirabilidade muito alta, ideal para atividades intensas.

- 6 a 13: Transpirabilidade boa, ideal para atividades moderadas.

- 13 a 20: Medianamente transpirável desconfortável em atividades intensas.

- 20 a 30: Baixa transpirabilidade, conforto moderado mesmo numa atividade de baixa intensidade.

Acima de 30: Transpirabilidade insatisfatória, impróprio para uso durante qualquer atividade.

GORE-TEX® Softshell: Softshell é um nome genérico para uma gama muito grande de tecidos, que podem ser:

- A prova d’água e transpirável.

- Resistente a água, a prova de vento e transpirável.

- Totalmente permeável.

Essa categoria de tecidos consegue criar roupas com características específicas para alguns usos, além de ter um apelo visual superior aos tradicionais fleeces.

Utilizando-se de tecnologia apropriada pode se obter produtos que reduzem a quantidade de peças tradicionalmente necessária para o Layering System, o que proporciona também maior liberdade de movimento.

GORE-TEX® Confort Mapping Technology: É uma tecnologia com o qual pode se melhorar o conforto nas vestimentas através de um desenvolvimento inteligente das roupas. Se projetarmos o corpo humano num mapa com diferentes zonas climáticas (área de produção de suor, área de evaporação, etc) e quisermos potencializar as funções específicas de cada zona não tem muito sentido empregar uma mesma tecnologia para a roupa inteira. O Confort Mapping Technology combina diferentes tecidos com a tecnologia GORE-TEX para otimizar o manejo de umidade, transpirabilidade, conforto, proteção térmica e o caimento.

Veja Também:

Tabela de Força dos Ventos

Fonte: http://www.gore-tex.com

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ARTIGO POR: Fernando Zara EM março - 30 - 2010 Artigos Técnicos

“Alcançar um galho lá no alto, até então possível somente com os olhos, ouvir e sentir a energia poderosa de uma árvore faz todas suas energias se revigorarem, despertar em você ainda mais o respeito por esse ser vivo” Fernando Zara

ESCALADA NAS ÁRVORES – Tree Climbing

Num primeiro momento parece um pouco complicado, mais depois de alguns metros se percebe que o esforço é mínimo quando se está subindo pelas cordas, um sentimento diferente vai surgindo com a altura, com o ponto de vista, com detalhes da natureza.

A atividade é lenta, porém, possibilita a cooperação e ajuda de quem está no chão, qualquer um pode subir.  A atividade pode ser personalizada e montada a cada dia em um lugar diferente e sofrer algumas variações, contendo tirolesa, pendulo ou rapel para voltarmos ao chão.

Benefícios do Tree Climbing.

O Treeclimbing (escalada de arvores) possui uma série de vantagens distintas sobre muitas outras atividades de aventura.

Aqui estão algumas delas:

É um exercício divertido e estimulante, um excelente treino para os braços e pernas.

Um desafio para nossos sentidos, uma maneira gostosa de perceber os detalhes a nossa volta. Embora não seja tão exigente como aparece, a escalada trabalha alguns grupos musculares pouco utilizados em nosso dia a dia, alem de ser muito seguro, já que você conta com aparelhos e técnicas especificas e muito simples.

Você não precisa ir muito longe para encontrar uma boa árvore para subir, especialmente se você estiver em uma área natural, afinal quem nunca subiu numa árvore pura e simplesmente na busca de um desafio ou um ponto de vista diferente.

As árvores estão vivas e conseguimos sentir sua energia, paz e tranqüilidade que reinam em seus galhos, assim que chegamos mais perto.

Vivi e Larissa

Todos os seus sentidos ganham vida. A nova perspectiva é adicionada à experiência da escalada à medida que o som do vento assovia por entre as folhas, aguçando ainda mais seus sentidos.

Durante os meses quentes, você tem a copa para fornecer sombra. No inverno as folhas caem e não há nenhuma barreira para a luz quente do sol.

Veja Também…
http://www.zoomaventura.com.br/treeclimb/

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ARTIGO POR: Fernando Zara EM março - 16 - 2010 Eventos

“A corrida é um esporte democrático e fácil de praticar, já que o atleta só necessita de um par de tênis e de boa vontade”. Certo, você já deve ter ouvido esta frase, mas será que escolher o calçado ideal é tão simples quanto parece? A cada dia, grandes marcas esportivas lançam novos modelos, com cada vez mais especificidades e diferenciais, que prometem melhorar seu desempenho.

O mais importante na hora de fechar a compra de um tênis, porém, não é a marca, o preço, nem o design, mas adequar o modelo certo para suas características de corredor, como pisada, quilometragem, tipo de treino e tipo de terreno, com as características pessoais, de peso, altura.

“Nosso movimento é como uma corrente, cheia de elos. Até mesmo uma pequena bolha já muda a maneira de caminhar, e, com isso, aparece dor no joelho, na coluna. Por instinto, o corpo poupa o local problemático do pé e muda toda a dinâmica do andar”, explica Miguel Achylles Nucci, mestre em biomecânica pela Universidade Estadual de Santa Catarina.

Como escolher seu tênis.
Um tênis bonito, moderno e caro. Perfeito para calçar e correr, não? Errado. A escolha do tênis certo vai muito além e, muitas vezes, nem passa por essas variáveis.

O primeiro mito é do preço. Nem sempre os mais caros oferecem mais amortecimento e, muitas vezes, um tênis mais em conta dá (e bem) conta do recado.

Outro pensamento errôneo é sobre os tênis novos. “O calçado apresenta os melhores resultados após certo período de uso”, explica o educador físico Roberto Bianco, em seu estudo de mestrado na Escola de Educação Física e Esporte da USP.

Uma das recomendações dos especialistas sobre a vida útil, que não deve ultrapassar 600 km. Para os tênis de competição, a sugestão é de 300 km. Porém, essa margem ainda garante um fôlego extra, segundo estudos de Bianco. Não convém, entretanto, ultrapassar muito essa recomendação.
Nucci tem outra observação. “Quem quer um tênis para maratonas tem de ver, além do amortecimento, uma palmilha especial e cabedal feitos para dissipar ou absorver o suor, senão o pé fica encharcado, causando bolhas, pontua:

: O tênis não pode apertar o pé. O ideal é que sobre até um dedo entre o cabedal e a ponta dos dedos.
: Quem está acima do peso tem de pensar em amortecimento.

: Lavar os tênis pode reduzir a vida útil.

: Importância também as meias, o cano mais alto em relação ao tênis evita bolhas por atrito na parte de trás, e muito cuidado na escolha do material de fabricação das meias.

Os tipos de pisada
Para escolher o tênis certo, um passo importante é saber o formato do seu pé e seu tipo de pisada. São três os “tipos” de pé: o de arco alto, o de arco normal e o de arco baixo. Veja a figura abaixo:

Além do formato do pé, a forma como ele atinge o chão também influencia na escolha do tênis. O fisioterapeuta Reginaldo Fukuchi, membro do laboratório de Movimento do Instituto Vita e do Laboratório de Biofísica da USP, explica quais são os três tipos de pisada existentes e suas principais características:

Tipo de pisada

Pronadora: “A pronação vai haver em todo corredor, a diferença é que quem é pronador faz isso excessivamente”.

Na pisada pronada, o corredor apóia o lado de fora do calcanhar no chão e move o pé para dentro, passando pelo dedão e terminando no dedinho.

Supinada: “Assim como na pronada, na pisada supinada também acontece pronação, contudo, em um grau bem inferior. Neste tipo de pisada, há uma sobrecarga na parte de fora do pé do corredor “

Aqui, acontece o inverso da pronação. O atleta começa o movimento de pisada com a parte de fora do calcanhar, mas faz um movimento de apoio da parte externa do pé, até o dedinho.

Neutra: “É o tipo de pisada com maior equilíbrio. Nela, há uma pronação mínima, de 8 a 15 graus. “O movimento com o calcanhar não sofre nenhuma alteração para os lados do pé”.

Neste tipo de pisada, há um movimento invariável desde o calcanhar até a ponta do pé, e forma uma pegada reta e constante.

Conheça seu tênis.
Agora que você já conhece mais sobre a parte fisiológica da passada é hora de entender mais sobre seu tênis. Cada parte do calçado tem sua importância, veja na figura abaixo a função de cada uma delas.


1 – Cabedal: é o corpo do calçado.

2 – Palmilha: é responsável pela postura correta do pé dentro do calçado.

3 – Entressola: é a camada entre o cabedal e o solado.

4 – Sola externa: é fabricada com diversas camadas, para agir conforme as necessidades de cada parte do pé. A sola do tênis divide-se da mesma maneira que a pisada.

A – Calcâneo: Responsável pela estabilidade, amortecimento e impulsão

B – Médio-pé: Feito em material duro e resistente, forma uma “armadura” para dar estabilidade

C – Antepé: tem o “bico” levantado para facilitar o movimento da passada, que dobra naturalmente a parte da frente do tênis

D – Contenção do calcanhar.

Tecnologia utilizada pelas marcas na construção dos varios modelos de tênis.

- 3 Action
Inspirada nos movimentos dos animais são compostos por pilares elásticos que se comprimem, ao mesmo tempo, ao tocar o solo, absorvendo o choque e diminuindo o impacto. A placa de pilares evita, ainda, os movimentos médios laterais.

- 3D Ultralite
Esta tecnologia substitui a sola e a entressola por uma espuma de alta resistência. A espuma 3D Ultralite é uma mistura de materiais como EVA, borracha e outros componentes, permitindo reduzir o peso do tênis em 10% a 20%.

- Abzorb SBS
Sistema de amortecimento de absorção de impacto em toda a planta do pé e calcanhar. Agrega pequenas bolhas no material para adicionar ar e espaços de amortecimento.

- AdiDRY
Membrana interior utilizada em sapatos de Adventure, que permite uma resistência extra à água.

- AdiPRENE
Maximiza a proteção do calcanhar, além de melhorar a estabilidade, por meio de amortecedores localizados na entressola. O sistema não deforma com o tempo, garantindo maior durabilidade e funcionalidade.

- AdiPRENE Plus
Trata-se de um material elástico colocado abaixo da parte da frente do pé, que diminui o esforço e maximiza a transferência da força.

- AdiTUFF
Material resistente à abrasão, aplicado na parte frontal do calçado, evitando o desgaste do atrito com o chão.

- AdiWEAR
Solado com um elevado grau de abrasão. Este material é mais utilizado em calçados para prática de corrida para prolongar sua vida útil.

- Agile IQ Stability Plate
Sistema que dá suporte ao arco do pé, evitando torções e permitindo movimentos.

- Axeler
Desenvolvida para a corrida, proporciona maior aceleração, estabilidade, e torção gradual da parte frontal do pé. Possibilita 20% a mais de performance. Através de uma estrutura em tech alloy (liga de aço flexível na entressola), o tênis aumenta o poder de propulsão e garante uma performance maior com menos esforço.

- Biomorphic Fit
Nova construção de cabedal que agrega uma maior eficácia no calçado por minimizar a compressão e irritação sofrida nos pés, devido à utilização do Strech e pela técnica de distribuir as tensões do cabedal do pé.

- Cage
Sistema de estabilidade que reduz os riscos de movimentos involuntários (laterais) e proporciona estabilidade a qualquer tipo de pé.

- CCB
É um elemento moldado em TPU para controlar a torsão de acordo com o arco do pé. Permite a respiração graças a três orifícios localizados na zona média do arco plantar e por um material colocado na palmilha.

- Climacool
Lançada em 2002, foi à primeira tecnologia de ventilação em calçados. Cada parte do tênis apresenta materiais “respiráveis”, combinando manutenção da umidade e ventilação.

- Climalite
É a marca da empresa para roupas e calçados com tecidos tecnológicos, que proporciona a rápida evaporação do suor, mantendo seu equilíbrio térmico do atleta.

- Contagrip
A Salomon oferece a tecnologia mais inovadora para lhe fornecer tração e durabilidade para caminhar ou correr. O sucesso do CONTAGRIP é resultado de uma boa combinação de três componentes principais: Densidade, Composto e Geometria otimizando a aderência e durabilidade. A baixa densidade é ideal para a boa aderência durante escaladas ou caminhadas, enquanto a porção de alta densidade proporciona durabilidade.

- DA2
Elastômero elástico na área do calcanhar que absorve choques e vibrações e cria um efeito de dispersão mecânica graças aos cilindros que se movem dentro da entressola. Outro elastômero, posicionado na parte frontal do pé, garante a flexibilidade e distribuição do peso.

- DMX Foam
Proporciona amortecimento e conforto devido à composição química da espuma de poliuretano e ao movimento de ar através dos canais modelados sobre o componente de espuma.

- DMX Shear
É um sistema dinâmico de amortecimento que trabalha para distribuir e diminuir as forças verticais e horizontais do impacto exercido sobre o calcanhar.

- Duo Cell
Sistema que combina durabilidade e estabilidade. As células são feitas com elasticidade para reduzir o impacto no calcanhar.

- Duratech
Assegura a resistência contra o desgaste muito acima da oferecida pela borracha normal. Duratech 2500 é três vezes mais resistente à abrasão do que uma borracha normal. Já a 5000 é seis vezes mais resistente.

- Evergrind
Solado de borracha de carbono de alta abrasão, localizada na parte traseira do tênis.

- GCS: Ground Control System
Amortece impactos verticais e dissipa forças horizontais. Os benefícios incluem mais controle de movimento, segurança, conforto e agilidade. Rotaciona e desliza para todos os lados de forma independente, adaptando-se ao terreno e à pisada.

- GeoFit
Tecnologia de ajuste interno do calçado que melhora o conforto por intermédio da colocação interna de peças de espuma em áreas anatomicamente corretas.

- Gore-Tex XCR
Membrana à prova d água que permite a evaporação do suor produzido pelos pés.

- Hexalite
É um material leve formado por células em forma de colméia que se contraem ao receber o impacto, proporcionando amortecimento ao pé.

- I-Cell
Os componentes interagem entre as solas. A estrutura tem formato hexagonal, proporcionando leveza e estabilidade ao pé

- N-Durance
Composto de goma de alta resistência à abrasão, localizada na altura do calcanhar, para resistir ao desgaste.

- N-ergy
Combina elementos de amortecimento do impacto do calcanhar com elementos de estabilidade no meio e nas laterais. O desenho oferece característica de rebote que se reflete em um andar mais suave.

- N-Lock
Provê a estrutura da parte mais alta do meio do pé e maior proteção.

- Nike Air
Amortecimento e proteção – é uma bolsa de ar composta por gases pressurizados, localizada na entressola do tênis. Absorve os impactos causados durante a prática de atividades esportivas. Oferece proteção ao atleta, sem acrescentar peso ao produto.

- Palmilha Trizonet
Dividida em três zonas, dá suporte ao pé e permite movimentos.

- Parallel Wave
Fabricada em Pebax e fibra de poliéster, em forma de ondas paralelas, a tecnologia Parallel Wave dissipa uniformemente o impacto pela sola, aumentando também a estabilidade. Modelo que utiliza a tecnologia: Wave Pro Runner.

- Personalized Heel Fit (PHF)
Espuma com ajuste personalizado para calcanhar.

- Power Flow
É um novo sistema de ventilação. Projetado para garantir uma maior circulação de ar dentro do calçado durante as mais intensas atividades esportivas.

- PUMP
É acionado automaticamente no calcanhar. Quando o atleta caminha ou corre, a tecnologia é comprimida e infla as câmaras de ar em torno do pé. A pressão é mantida constante por uma válvula de liberação e o ajuste é personalizado.

- Quickstrike
Solado com composição especial, com mistura de borracha e carbono borracha para conferir maior leveza ao calçado.

- Skeleton Wave
Wave em dupla configuração de placas paralelas amortecidas por pilares macios (Sensor Points) que se estendem por toda a entressola. Fabricada em Pebax. Modelo que utiliza a tecnologia: Wave Creation.

- Solado B.S.F.P
Forma como o solado é dividido em regiões para oferecer melhor controle, suporte, flexibilidade e propulsão.

- Space Trusstic System
Reduz o peso do solado e fornece estabilidade torcional. Tem a propriedade de amortecimento devido à formação de uma bolsa localizada na entressola e que permite uma melhor deformação do solado no momento de aterrissagem do pé.

- Speed Tech
Usa a tecnologia carbon Klevar (placa de carbono que oferece elasticidade e resistência e melhora a propulsão) para combinar leveza e performance.

- SpEVA (densidades 45 ou 55)
Material em EVA com formulação molecular especial utilizada na entressola que maximiza o efeito “Bounce Back” (a entressola, que desempenha a função de amortecimento, retorna ao estado original logo após o impacto).

- Stability Web
Dá apoio ao meio do pé e estabilidade na torsão, reduz o peso.

- SuperAction
Sistema de amortecimento (que reduz e absorve o impacto da parte traseira) e propulsão (devolve a energia para a parte dianteira do pé).

- Torsion
O calcanhar e a parte da frente do pé movem-se e giram de forma independente.Colocado na região mediana do calçado, o sistema permite este movimento natural, a fim de reduzir o risco de lesões e proporcionar maior estabilidade e suporte.

- Transition Bridge
É uma placa localizada entre a entressola e a sola do tênis, que garante estabilidade na passada.

- Traxion
Maximiza a tração por meio de travas de design único e distribuídas de acordo com as necessidades de cada esporte. Isto proporciona uma ótima adaptação dos pés pela melhor distribuição da pressão. O resultado: máxima tração e conforto incomparável.

- Ts2 Medial Post (Transition Support System)
Provê apoio do calcanhar à ponta dos dedos.

- Vibram
É um solado flexível e leve, garantindo conforto para os pés. Utilizado em sapatilhas de escalada em rocha a botas para trekking. O desenho das ranhuras aumenta a aderência, a tração e reduz o risco de torções laterais sem perda de conforto. Com o Design Biomecânico, o solado também melhorou a sensibilidade dos pés com o terreno.

- X Wave
Oferece amortecimento em um calçado específico para maratonas. Fabricada em Pebax, a tecnologia é indicada para corredores de pisada neutra que procuram um calçado com ótimo amortecimento e flexibilidade. Modelo que utiliza a tecnologia: Wave Aero.

Veja Também:

Escalada na Pedra do Baú para Visita Virtual em São Bento do Sapucaí

Fonte:

http://o2porminuto.com.br

http://www.vibram.com

http://www.salomon.com

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ARTIGO POR: Fernando Zara EM março - 15 - 2010 Artigos Técnicos

Objetivo

Equipamento

Transmitir e vivenciar as técnicas, procedimentos e toda a logísticas para escaladas longas em estilo Big Wall.

Conteúdo

- Conceitos de Segurança.

- Técnicas para utilização de “Proteção Móvel”.

- Progressão “Artificial Fixa e Móvel”.

- Procedimentos de teste.

- Grampeação (conceitos, ética e equipamentos utilizados).

- Movimentação em Cordas Fixas.

- Sistemas de içagem de carga.

- Logística de parede (alimentação, haul bag, pernoites).

- Graduação.

- Macetes diversos.

Instrutores:

Alexandre Portela.

Armando Galassini.

Carga Horária:

40 horas.

04 dias seguidos de aulas práticas.

Cronograma:

- 02 dias de práticas em vias de A-1 até A-3 na face sul do Bauzinho.

- 02 dias de prática na face norte do Baú com pernoite em porta ledge e platô.

Data:

Fechadas de acordo com a confirmação de mínimo de 04 alunos. (máximo 05 alunos).
Local:

Pedra do Baú – São Bento do Sapucaí – SP.

Preço:

- R$800,00 a vista.

- R$420,00 em 2x.

- R$290,00 em 3x.

Para um bom aproveitamento do curso é esperado que o aluno guie confortavelmente escalada de 5º grau, estilo clássico e domine as técnicas de segurança em escalada livre.

Equipamentos individuais necessários:

- Mochila 60 ~ 70 litros.

- Mochila 30 litros (opcional).

- Headlamp com pilhas extras.

- Roupas para utilização durante os 04 dias de curso e acampamento.

- Barraca.

- Saco de dormir.

- Isolante p/ piso.

- 01 corda dinâmica de 50 ou 60 metros.

- Cinto cadeirinha.

- Auto seguro.

- ATC.

- 04 mosquetões c/ trava (hms).

- 10 mosquetões

- Capacete.

- Um par de ascensores c/ punho (jumar).

- Um par de estribos.

- Jogo de stoppers.

- Algumas peças para proteção móvel (camalot, friend).

  • Os equipamentos devem estar em bom estado e de acordo com normas CE ou UIAA.

Hospedagem e Alimentação:

Uma boa opção é acampar em uma área particular que está a 20 minutos de caminhada do Bauzinho. Próximo a fundação pedra do Baú.

A alimentação é por conta do participante (aluno).

Maiores informações:

Fone: 11 8525-5036 - Armando Galassini.

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ARTIGO POR: Fernando Zara EM março - 10 - 2010 Notícias

Antes de escolher um saco de dormir, considere os seguintes fatores:

“Que tipo de clima e temperatura você espera encontrar”

 

Marmot – Never Summer

 

O saco de dormir aquece através do aprisionamento de ar entre as fibras do material isolante. Este ar é aquecido pelo calor de seu corpo permanecendo entre você e as superfícies mais frias.

Os sacos de dormir são confeccionados basicamente por:

• Tecido externo mais resistente podendo ser impermeável.
• Tecido interno maleável e macio.

Material Isolante.

Down – Material mais antigo (pluma), ganso ou de pato. Aquece melhor, compacta melhor, mais leve. Perde 90% de suas propriedades quando molhado, também sendo mais caro. Não confundir com pena simples, esses que são utilizados para forração de travesseiros. É um tipo muito especial de pena de ganso (ou pato). A sua estrutura é radial, e a qualidade é medida em potência (fill-power), que indica o volume em pol. cúbica (6,45 cm cúbico) que uma onça (28,35 g.) de material ocupa na forma expandida (quando deixado em espaço livre por 24 horas). Duvet convencional tem a potência de 600 a 700, o bom de 700 a 800, e os excepcionais acima de 800.

Fibras sintéticas: existem diferentes produtos disponíveis no mercado, os mais comuns são Hollofil, Polar Guard, Prima Loft e Quallofil. Esses materiais têm como ponto forte o baixo custo relativo e a resistência à umidade. No entanto perdem no conforto e, principalmente na durabilidade do material.

: Hollofil: – São finas fibras de poliéster com cerca de cinco cm de comprimento e com um buraco no meio (tubo) para manter o ar-morto. Estas fibras estão dispostas aleatoriamente, o que confere expansibilidade ao material.

: Polar Guard: – Finas fibras retorcidas de poliéster maciça e contínua, prensadas para formar a tela. É mais durável do que a maioria dos sintéticos.

: Prima Loft: – Um produto desenvolvido sob encomenda pela força armada norte-americana para se obter um produto sintético com características de duvet.

: Quallofil: – Finas fibras de poliéster com quatro buracos na sua construção. Mais macio e, portanto, mais confortável que outros sintéticos.

: Dry Loft: – É um tecido impermeável, resistente à água e extremamente respirável tecnologia projetada especificamente para os produtos outdoor.

Agora, uma escolha muito importante e que é feita de forma errada na maioria das vezes é a faixa de temperatura.

 

Saco de dormir

 

Freqüentemente, fabricantes de sacos de dormir são acusados de colocar os valores de temperatura de forma arbitrária, sem qualquer estudo. Estar em conformidade com as normas internacionais custa caro e exige verificações constantes. Atualmente, a norma européia EN 13537 é a que define as faixas de temperatura para sacos de dormir.

O isolamento de um saco de dormir depende de uma serie de condições de uso (vento, temperatura ambiente, roupas, isolamento do chão, umidade, possibilidade do saco de dormir molhar e etc). Além disso, as pessoas reagem de forma diferente no frio.

Gênero: As mulheres de uma forma geral sentem mais frio do que os homens. Por isso, a norma separa as temperaturas de conforto para o homem e para a mulher, que em geral é 5 oC mais elevada.

Idade: Pessoas mais novas, de até 25 anos, possuem uma taxa metabólica maior do que a de pessoas mais velhas, e conseqüentemente geram mais calor.

Condicionamento Físico: A exaustão reduz a geração de calor. Por isso pessoas mal condicionadas sentem frio mais rapidamente.

Experiência: Pessoas com mais vivência ao ar livre vão estar mais bem preparadas para montar a barraca no melhor lugar (levando em consideração posição do sol, vento e etc), isolar melhor o saco de dormir do chão e etc.

Todos estes fatores devem ser levados em consideração, além de estação do ano, histórico das temperaturas máximas e mínimas na região e altitude.

Entenda as faixas de temperatura:

Temperatura de Conforto ♀ - Temperatura na qual uma mulher padrão dormirá confortavelmente.

Temperatura Limite ♂ – Temperatura mais baixa na qual um homem padrão dormirá confortavelmente. Também referida como Temperatura de Transição.

Temperatura Extrema – A partir desta faixa de temperatura (faixa de risco), uma forte sensação de frio deve ser esperada. Existe risco de danos à saúde por hipotermia. A norma define como sendo a “temperatura onde uma mulher padrão, em condições de frio extremo, vai resistir apenas por um período de 6 horas, correndo sérios riscos de hipotermia.”

Resumindo, “Nunca” compre seu saco de dormir com base na Temperatura Extrema.

Se você é mulher, use a Temperatura de Conforto e se você é homem, use a Temperatura Limite. É recomendado sempre deixar uma margem de erro, ou seja, veja sempre um saco cuja temperatura seja de 3 a 5 oC maior do que você precisa.

Formatos:

Sarcófago – Isolam melhor pelo seu formato múmia (mais próximo ao corpo) havendo menos para ser aquecido, possui capuz evitando a perda de calor pela cabeça que pode ultrapassar 50% do calor corporal, também são menores e mais leves.

Retangulares – É ligeiramente mais espaçoso o que aumenta o conforto com relação aos sacos no formato sarcófago, porém são pesados, volumosos e alguns modelos menos eficientes em regioes mais frias.

 

Cuidados:

Quando não estiver sendo utilizado, armazene seu saco de dormir descomprimido, para permitir a circulação de ar e prolongar a vida das fibras, com o tempo as fibras perdem seu poder de expansão, é por isso que os melhores sacos de dormir já vêm com uma bolsa grande de armazenamento.
Em geral não se lava saco de dormir, caso tenha que fazê-lo utilize sabão neutro e deixe-o secar ao ar livre completamente apoiado, pois o peso do saco de dormir molhado pode provocar o rompimento das fibras e prejudicar sua funcionalidade. Os de duvet (principalmente com Dryloft) carecem de muitos cuidados e é recomendável levar para lavanderias especializadas.

Observações:

- Materiais sintéticos perdem a expansibilidade com o tempo e, com isso, a capacidade de isolamento. Não é recomendado para condições extremas após alguns anos de uso.

- Os materiais sintéticos, mesmo molhados, mantêm 90% da capacidade de isolamento, apesar do ganho de até 60% em peso. Podem secar em menos de um dia, se o tempo estiver bom.

- O Duvet, quando molhado perde a capacidade de isolamento em mais de 90%, além do peso aumentar em mais de 120%. Dificilmente secará em um dia, mesmo com o tempo bom.

- Se o Duvet ficar molhado (ou úmido), não deve ser comprimido, devendo ser seco no secador rotativo com baixo calor e com bolinhas de tênis rolando junto. As bolinhas de tênis soltarão as penas, pois se simplesmente secar elas ficam grudadas perdendo a expansibilidade.

- Nenhum tipo de saco de dormir deve ser guardado comprimido.

- Uma vantagem de possuir sacos de dormir de mesmo fabricante é que eles possuem zipper-esquerdo e zipper-direito o que possibilita seu acoplamento aumento sua eficiência.

- Uma boa noite de descanso não depende apenas do saco de dormir que você está utilizando, mas também da superfície onde você está.

- O isolante térmico é muito importante para isolar você do chão. Mesmo o melhor enchimento de saco de dormir não vai evitar que você perca calor para o chão.

- Se a temperatura ambiente é de +2 oC e a velocidade do vento é de 30 km/h, a sensação térmica será de -3,8 oC. Portanto, abrigue-se! Use sempre uma barraca ou um saco de bivaque.

- Evite entrar em seu saco de dormir com roupas molhadas ou com roupas que utilizou para caminhada, pois a perda de calor é muito maior.

- Aproximadamente 30% do calor é perdido pela cabeça. Mesmo que seu saco de dormir tenha capuz, durma com um gorro em locais mais frios.

- Uma alimentação balanceada e uma bebida quente antes de dormir vão ajudar seu organismo a produzir calor. Isso é muito importante, pois o saco de dormir não gera calor. Apenas retém o calor produzido pelo corpo.

- Se o organismo está debilitado não vai gerar calor de forma adequada. Portanto, hidrate-se e se alimente o tempo todo.

- Antes de utilizar seu saco “novo” de dormir na natureza, faça-o em casa, pode parecer estranho, mais durma algumas noites nele, isso vai te dar uma boa ideia de como seu corpo + saco de dormir vão se comportar.

Boas escolhas!

Veja Também: Impermeabilidade e Transpirabilidade de Tecido

Fontes:
www.nozica.com.br
www.adventurezone.com.br

http://marmot.com

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ARTIGO POR: Fernando Zara EM março - 3 - 2010 Artigos Técnicos

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